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... mas continuo por cá. Do blog e das redes sociais no geral. Ando numa fase um bocadinho "nhéca" da vida, mas isto há-de melhorar. Vou fazer por isso. 

Depois da peregrinação em que estive fora uma semana, custou-me voltar à realidade. Estive ausente de redes sociais, do trabalho, da família, mas numa tranquilidade e paz interior incríveis. Estive numa outra família com um objectivo comum. Quando voltei senti-me quase um ET a ajustar-me à vida normal, à corrida dos dias. Senti imensa vontade de abrandar, de mudar, mas a vida continua e é mesmo assim.

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publicado às 13:17

Da felicidade

03.11.15

É tão isto:

 

Ser feliz (às 9).jpg

imagem do sempre inspirador às 9 no meu blog

 

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publicado às 14:09

Se 2014 para mim acabou da melhor forma, já do início de 2015 não posso dizer a mesma coisa. Em resumo: avô do marido hospitalizado em estado bastante grave logo na primeira quinzena do ano, acabou por falecer faz hoje quinze dias. A minha mãe esteve dois dias no hospital também, depois de ir dar com ela sem eira nem beira, que é como quem diz, sem noção de espaço e tempo e sem conseguir dizer uma frase completa que fosse ou de manter qualquer raciocínio. Já antes disto tinha caído três vezes em casa. Asneirada da grossa sem cabeça nem vontade para se tratar, está como quer e quem se lixa é o mexilhão, eu portanto. Ontem foi hospitalizada de novo, caiu em casa, não se conseguiu levantar, ligou para os bombeiros que tiveram de abrir a porta por fora, que ela a mim só me avisou já ao final do dia. A base e as baterias do implante coclear da Bárbara deixaram de funcionar devido a um pico de corrente, o estrago foi de oitenta e cinco euros só a base a bateria serão mais duzentos. Ontem foi a prótese retro auricular que precisou de um tubinho novo. Incha. Hoje o Manuel caiu na escola, magoou-se forte e feio, quase perdeu a consciência, hospital com ele e já lá vómitos, tonturas e quase que desmaiava de novo. Felizmente nada de grave só mesmo o susto.

Pelo meio tive o episódio do Gato Afonso e chatices com fartura no trabalho. Tudo de bom portanto. Sinto-me a ponto de cortar os pulsos... 

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publicado às 20:38

"A vida dá voltas. Faz-nos seguir por percursos que achamos não ter escolhido. Impõe-nos decisões que preferíamos, tantas vezes, não ter de tomar. Oferece-nos razões que não nos apetece aceitar.

A vida tem voltas. A vida tem curvas retorcidas, quando nos apetecia uma recta para descansar. Tem subidas íngremes que nos tiram o fôlego. Tem buracos no percurso que nem sempre conseguimos evitar.

A vida tem volta. Troca-nos as voltas e traz-nos de volta. A vida solidifica-nos as vontades. Enraíza-nos as certezas. Dá-nos liberdades. Oferece-nos determinação.

A vida traz-nos de volta."

 

[Rita Leston] Gosto de ti, e então?

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publicado às 19:19

Na minha vida é mesmo assim

 

"Decisões difíceis. Escolhas.
A força, a coragem e a resiliência que é preciso continuar a ter. E a fé, sempre a fé em tudo aquilo em que acreditamos, de verdade. Sermos capazes de enfrentar os obstáculos que a vida vai colocando no caminho... nem sempre se revela tarefa fácil, simples, rápida de decidir. Às vezes dói mais, custa mais a voltar à superfície. Mas voltamos. Voltamos sempre. Voltamos quando temos gravado no nosso adn a vontade firme de lutar sempre e muito por ser feliz. Voltamos porque vivermos presos a ilusões, a vazios, ao comprometimento com a tristeza não deve fazer parte de nós.
A vida é feita de escolhas. Da fé que se renova, dos novos planos que se traçam, dos novos projectos que nascem no meio do caos emocional e das pessoas, do nosso núcleo duro dos afectos, aquele que  é a nossa âncora para nos voltamos a reencontrar [e reerguer]. "

 

da fantástica Sofia no facebook do seu às nove no meu blog

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publicado às 22:27

Eu sei, que a vida tem pressa
que tudo aconteça,
sem que a gente peça,
Eu sei,
Eu sei, que o tempo não pára,
tempo é coisa rara
e a gente só repara,
quando ele já passou

Não sei, se andei depressa demais
Mas sei que algum sorriso eu perdi
Vou pedir ao tempo,
que me dê mais tempo
para olhar para ti
De agora em diante,
não serei distante
Eu vou estar aqui

Cantei,
cantei a Saudade da minha cidade
e até com vaidade, cantei
Andei, pelo Mundo fora
e não via a hora
de voltar para ti

Não sei, se andei depressa demais
Mas sei que algum sorriso eu perdi
Vou pedir ao tempo,
que me dê mais tempo
para olhar para ti
De agora em diante,
não serei distante
Eu vou estar aqui
Gosto tanto, tanto, tanto desta música. Revejo-me tanto, tanto, tanto em tudo o que letra diz. É das coisas que mais temo na vida, na corrida dos dias, não ter tempo para o mais importante. Aos vinte anos achamos que temos a vida inteira pela frente, achamos que somos eternos, que temos tempo para tudo. Quase vinte anos volvidos, este mês faço 39, sei bem que não é nada assim, tenho bem a noção de como a vida é efémera e corre depressa demais, o tempo não pára.
Adenda: tinha colocado aqui o vídeo do Youtube, mas como tem direitos de exibição e apenas pode ser visualizado no próprio site, coloco também o link.

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publicado às 10:49

...hoje foi um desses dias, ou melhor foi um dia menos bom. Que dias maus eu conheço bem e este nem se compara. Este começou bem cedo, ainda de madrugada. Não preguei olho toda a noite, nem queria acreditar quando o despertador tocou às 06h42 e eu ainda não tinha conseguido dormir. Isto quando não se dorme nada corre bem, tolda-nos o discernimento. Saí de casa disparada sem sequer ir à caixinha da saúde a ver se disfarçava as olheiras tremendas, só quando olhei pelo espelho retrovisor do carro é que dei por isso. Pensei com os meus botões "isto hoje promete...". Tive um dia de cão no trabalho, desde bem cedo, até ao fim do dia, só problemas. Roubaram dinheiro à Bárbara dentro da escola, que levava para pagar uma visita de estudo. Ingenuidade ou não a verdade é que roubaram. Passei-me. Escrevi até à directora e vou meter a associação de pais à mistura. Enfim, esperam-se cenas do próximo capitulo, não vou deixar passar de ânimo leve esta situação.

O Manuel chegou a casa que era lama da cabeça aos pés, para terminar o dia em beleza. Esteve a jogar à bola diz ele - "Não tive culpa mãe, aquilo é que tinha lama com fartura."

Inspira, expira, amanhã é um novo dia.

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publicado às 20:49

Tanto para fazer

14.01.14

Neste novo ano gostava de fazer umas quantas coisas e mudar outras tantas na minha vida.

Aprender, quero muito aprender, acredito muito que o saber não ocupa lugar. Quero aprender língua gestual, para além de me fascinar imenso, com uma filha surda progressiva, embora implantada, faz todo o sentido. Quero aprender fotografia, seja num qualquer curso ou workshop, hoje em dia tão na moda. Quero aprender costura. Tanta coisa tão gira que se pode fazer, de uma simples almofada a uma capa para um livro.

Quero dedicar-me a esta coisa do DIY que iniciei com os presentes de Natal. Quem diria que até consigo. Gostava muito de arranjar outro trabalho, ou melhor trabalhar para mim, ter tempo para ter tempo, para o trabalho, para os filhos.

Quero fotografar muito mais e por tudo e por nada, fazer disso um hobby à séria. E depois publicar o resultado esse hobby só porque sim, seja num qualquer Instagram, Pintrest ou Sapo Fotos, ou quiçá fazer um blog de fotografia.

Quero fazer mais exercício, seja andar de bicicleta, que adoro, seja correr. Deixar-me de desculpas ora porque está frio, ora porque chove, ora porque às vezes não apetece assim tanto. Encher-me de coragem e agir mais vezes, sempre que o faço sinto-me tão bem. Faz bem a tudo, ao corpo e à alma.

Também quero voltar às aulas de hidroginástica, como eu adorava aquilo, mas outros valores se levantaram e tive mesmo de deixar.

Quero muito fazer voluntariado, não podendo ser internacional, pelo menos por cá. O primeiro passo já dei, já fui saber como é e o que é preciso.

Quero blogar muito mais também, coisa que não faço muitas vezes vencida pelo cansaço ou pela falta de vontade consoantes as circunstâncias que vou passando no dia-a-dia. Outras tão somente deixo-me vencer pela procrastinação que tanto abomino e nada tem a ver comigo.

Blogar por tudo e por nada seja qual for o assunto, tantas vezes que penso neste ou naquele tema e depois não publico nada.

Quero ler muito, que ando feita preguiçosa com um hábito que adoro.

E tanto mais, haja vontade!

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publicado às 21:33

Li este texto no blog "Este blog precisa de um nome", que leio todos os dias.

O que eu me identico com este texto... tão verdade.

 

“Vida
Já perdoei erros quase imperdoáveis,
tentei substituir pessoas insubstituíveis
e esquecer pessoas inesquecíveis.
Já fiz coisas por impulso,
já me decepcionei com pessoas
que eu nunca pensei que iriam me decepcionar,
mas também já decepcionei alguém.
Já abracei pra proteger,
já dei risada quando não podia,
fiz amigos eternos,
e amigos que eu nunca mais vi.
Amei e fui amado,
mas também já fui rejeitado,
fui amado e não amei.
Já gritei e pulei de tanta felicidade,
já vivi de amor e fiz juras eternas,
e quebrei a cara muitas vezes!
Já chorei ouvindo música e vendo fotos,
já liguei só para escutar uma voz,
me apaixonei por um sorriso,
já pensei que fosse morrer de tanta saudade
e tive medo de perder alguém especial (e acabei perdendo).
Mas vivi!
E ainda vivo!
Não passo pela vida.
E você também não deveria passar!
Viva!!
Bom mesmo é ir à luta com determinação,
abraçar a vida com paixão,
perder com classe
e vencer com ousadia,
porque o mundo pertence a quem se atreve
e a vida é muito para ser insignificante.”

Augusto Branco

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publicado às 21:09

Nos últimos dias tudo colapsou. Senti-me atingida por um tsunami. Fiquei sem saber o que fazer, o que pensar, o que sentir. Horrível. A minha intuição dizia-me que se passava algo, e eu fazia de conta que não (já diz o ditado que "mais cego é quem não quer ver"), as coisas tomaram proporções que nunca me passaram pela cabeça. Uma coisa é ter uma pulga atrás outra é ter a confirmação dos factos. Tantas aflições... Primeiro eu e os meus filhos, aquilo não era vida. Achava eu que ia ser tão diferente, sinto-me tão injustiçada... ficou o desencanto, o desamor, a desilusão. Bem sei que o tempo cura tudo e que nada acontece por acaso. Ainda não sei o que o futuro me reserva, aguardo pela bonança.

Agora que o stress, a adrenalina e o espírito estão a acalmar, acho que estou bem. Não está a ser fácil e não vai ser fácil, mas como alguém me disse "a vida faz-se caminhando". Nada como Começar de novo. Tem-me valido o apoio incondicional dos poucos amigos a quem já tive coragem de contar o que se passou. Os amigos são de facto a família que nós escolhemos.

Tenho tido dores de estômago que devem ser dos nervos (ou então só a minha bactéria de estimação, que por lá vive há uns anos, a dizer olá), ando com um cansaço tremendo, dou por mim a adormecer no sofá relativamente cedo, completamente vencida e depois acordo a meio da noite e fico que tempos acordada e quando acordo de manhã tenho um sono imenso, custa-me horrores levantar. Uma porcaria, detesto acordar e sentir-me assim. Hei-de sobreviver.

Por outro lado, no meio desta revolução, tenho mimado muito os meninos, os nossos fins de dia e manhãs são de namoro pegado. Sinto-me tão bem com isso. Como muito bem me descreveu hoje a minha querida V. "Namorar os nossos filhos é o melhor que há!!!! Não há nada que se lhe compare. É o amor mais puro e mais necessário e faz-lhes um bem tremendo, e ao seu crescimento. Eles precisam muito disso certamente e tu também. Faz bem a todos. Não tenhas medo de dar mimos a mais e de pedir também. Os nossos filhos amam-nos acima de qualquer coisa e dão-nos forças para suportar tudo. É o melhor da vida." E era algo que eu andava a descurar (falha minha, pela qual me penalizo e muito) pois até a confusão rebentar eu já não andava bem e eles foram os mais prejudicados. O próximo fim-de-semana vai ser o primeiro a três em muito tempo, quero tirar o máximo partido possível disso. Vamos ver um concerto com a Orquestra Gulbenkian lá no CCB (eles adoram e eu também), se não chover iremos andar de bicicleta, há tpc's para fazer, temos filmes novos para ver, tudo com muito namoro a três, pelo meio, deste amor tão bom de filhos.

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publicado às 21:47


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