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Faz hoje 25 anos que trabalho no Centro Cultural de Belém, vulgo CCB. É mais que a idade de alguns colegas que lá trabalham. É uma vida. Uma vida que foi comemorada numa surpresa muito boa. Nem de perto na minha desconfiança achei que seria tão bom festejar com as minhas pessoas de todos os dias. Foi muito bom sentir o carinho e ouvir as palavras da minha chefe, a grande promotora da festa. Ela sabe que eu não estava com muita vontade de comemorar, não pelas pessoas, mas pela instituição que não se tem portado por aí além para comigo. Mas isso agora não interessa nada. A verdade é que foi sentida a festa que me fizeram e me emocionei com tantas pessoas que festejaram comigo. Vinte e cinco anos são mais de metade da minha vida. É muito ano, são muitas aventuras e desventuras, são muitos desafios e desvarios também. Ali cresci e aprendi muito profissional e pessoalmente. É o sítio que acompanhou a história da minha vida.

E amei a minha pequena grande lembrança, um pedacinho de CCB que virou um "despeja bolsos" graças aos colegas da manutenção que conseguir executar uma ideia tão original.

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P. S. - O que eu precisava, por estes dias, desta boa energia.

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publicado às 23:30

Desde que tenho a E. a trabalhar lá no gabinete que aproveito muito melhor as minhas horas de almoço. Se dantes me deixava ficar pelo gabinete e comia qualquer coisa enquanto passava os olhos nas notícias, blogs, facebook e instagram entre outros, agora levo sempre almoço feito de casa e fazemos sempre qualquer coisa, desde passear nos jardins, espreitar as lojas das redondezas e principalmente a livraria, ver exposições ou ir até à beira rio. E que bem que isto me tem feito. Precisava mesmo de alguém que me espicaçasse. Que partilhasse gostos, interesses e ideias.

No verão, quando a comida não pede aquecimento, fizemos questão de almoçar nos jardins. Achava eu que era loucura, qual quê. A quantidade de gente que faz o mesmo e não são só turistas. A parte engraçada são as bichezas, gaivotas, patos, pombos e pardais, a meterem-se com as pessoas a ver se lhe toca alguma coisa. Espertos, acabam quase sempre por lucrar qualquer coisa. Agora com frio e chuva já não apetece nem dá. Isso sim seria loucura. 

Ontem tal como temos feito sempre que há sol, íamos dar a nossa voltinha, quando reparámos que não havia fila para os Jerónimos (coisa inédita desde a primavera até para aí a semana passada) e pensámos ir lá espreitar. Sem bem pensámos, melhor o fizemos. Visitámos a igreja, que por incrível que pareça, eu já não visitava há mais de vinte anos. Continua linda, devo dizer. Que igreja imponente. Como é possível há centenas de anos fazer-se um monumento como aquele (bem sei que outros há). 

A partir da próxima semana passamos a ter uma hora de almoço ao invés da actual hora e meia, ainda assim não deixaremos de aproveitar da melhor forma as horas de almoço.

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(Companheiros de almoço no verão)

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(Neste dia sucumbimos ao pecado da gula à sobremesa)

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(de ontem, a igreja dos Jerónimos)

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publicado às 21:34

Eu já sabia que me ia sair do pêlo estar quatro dias em casa, mas não pensei que fosse assim tanto. 

Durante as férias dos miúdos levanto-me uma hora mais tarde do que habitualmente. Hoje, dia de regresso às aulas, foi quase preciso um guindaste para me tirar da cama. Custou-me horrores. Ainda por cima não dormi nada de jeito, já na perspectiva do que me esperava hoje no trabalho. Foi muito pior do que esperava, eram onze da manhã e já tinha o cérebro feito em papa, tantos eram os assuntos a tratar ao mesmo tempo. Resumo do dia, trabalhei durante treze intensas horas. Socorro. Falta muito para o fim-de-semana?

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publicado às 22:27

Este ano pela segunda vez desde que estou no meu trabalho, e já lá vão mais de vinte anos, não fui trabalhar nos Dias da Música em Belém (a outra foi por causa de uma gravidez de risco). O cansaço falou mais alto, resultado de tantas horas e tanto stress em que tabalho ultimamente. E que bem que me soube não trabalhar este fim-de-semana. Não deixei de ir, mas fui apenas como espectadora. Vi cinco concertos e muito bons, passeei pelo mercado CCB (onde comprei um saco tãooooo giro), pelo CCB, vi actividades livres, estive à conversa com quem trabalhava, etc. Quando estou a trabalhar não consigo ir aos concertos, este ano deu para tudo. 

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publicado às 21:58

Nesta primeira semana do ano falhei redondamente o meu primeiro desejo, trabalhar menos, foram só quatro dias. Um dia trabalhei catorze horas, dois trabalhei dozes horas e por último dez horas. Vou no bom caminho...

Por outro lado vou no bom caminho para o ir para fora cá dentro, ainda que por dois dias apenas e em casa de amigos. Reguengo - Lourinhã será o destino. 

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publicado às 20:09

No meu trabalho há malta assim meio para o avariada das ideias (no bom sentido) e que se lembrou, já que a Selecção vai passar por aqui, vamos lá mostrar-lhes o nosso apoio também. Temos bandeiras, haja vontade. Ora, claro está que malta meio louca (eu incluída) achou uma bela ideia e lá nos juntámos no terraço que dá para a Avenida da Índia. Calhou mesmo bem, foi durante a nossa hora de almoço. Tal como se viu por essa Lisboa fora, foi a loucura. O autocarro atrasou e parecia que nunca mais passava, mas nós não nos importámos. Gritámos, acenámos, cantámos, fotografámos, e tudo e tudo e tudo. Das autoridades aos transeuntes, passando pelos carros, comboios e camiões, por todo o lado estavam connosco nesta aventura, apitavam, acenavam sem parar. Acima de tudo divertimos-nos. Que privilégio trabalhar num sítio assim. Fica o registo.DSC_0753.jpg

(foto Diogo Nunes)

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 (foto minha) 

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 (foto Diogo Nunes)

 E alguém dentro do autocarro também nos fotografou: 

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publicado às 23:38

Isto de trabalhar tantas horas por dia tem que se lhe diga. É uma fase, mas está a ser agreste. Desde Março que trabalho (eu e não só) entre 12 a 13 ou até 14 horas por dia praticamente 4 a 5 dias por semana. Nesses dias só via os miúdos de manhã, enquanto houve escola, e isso foi mesmo o mais difícil. Mas que disse que a vida era fácil? Pois que não é. Agora o ritmo de trabalho continua a loucura, mas eles ainda estão há minha espera quando chego a casa, venho almoçar com eles a casa, não os vejo é de manhã que ficam a dormir mais um bocadinho, afinal estão de férias. É melhor assim, não é na pressa da manhã - meninos despachem-se, meninos estamos atrasados, etc. - consigo ter mais qualidade no pouco tempo que estou com eles.

Então e a corrida? Claro que também ficou para trás com algumas excepções. Só consigo acompanhar os treinos do Correr na Cidade quando são ao fim-de-semana (e são muito poucos, o forte é ao final do dia), com muita pena minha.

Também não me sobra muito tempo, e vontade menos ainda, para o blog, para ver televisão, sejam notícias, filmes ou séries. Às vezes sinto-me até um pouco alien sem saber o que se passa no mundo.

Lado bom de tudo isto, tenho trabalho, este acréscimo brutal é uma fase, é um novo desafio e a resultar será muito bom para o local onde trabalho e por conseguinte para todos.

 

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publicado às 20:18

Este fim-de-semana, por estes lados, trabalha-se, há Dias da Música em Belém. Como os miúdos estão comigo, levei-os não para trabalhar mas para assistir a alguns concertos. Mostrei-lhes quais eram as salas de espetáculos onde tinham de ir e dei-lhes carta verde para se movimentarem livremente, animação e entretenimento é o que não falta um pouco por todo o CCB. Com a vantagem de conhecerem muitos colegas meus e de quase todos os conhecerem também. Portaram-se como dois adultos, passearam, assistiram a quatro concertos, foram ver o mercado CCB e a cada intervalo vinham contar-me o que faziam, entusiasmadissimos. Estava eu muito mais preocupada se eles estariam bem, do que foi necessário. Que mãe galinha esta. Foi mesmo uma experiência diferente para eles e para mim.

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publicado às 18:13

Ora pois que trabalha-se e ainda por cima o dia todo. Ora bolas. É mesmo falta de hábito, por norma por aqui não se trabalha o dia 31 de Dezembro. Já não é a primeira vez, mas neste 21 anos que por aqui estou, foram de facto muitas mais a vezes que não trabalhei neste dia. E dá tanto jeito estar em casa e preparar a passagem de ano com calma e tempo, ter tempo para algumas visitas de cortesia antes de entrar no novo ano. Como o que tem de ser tem muita força, restou-me preparar as coisas ontem, compras feitas, quando chegar a casa é fazer o jantarinho (neste caso é o marido que faz, eu trato dos detalhes), comemorar em grande e desejar que 2015 seja um excelente ano.

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publicado às 08:37

A tarde de ontem, no meu trabalho, foi de emoções fortes. Festejámos a vitória de um colega que me é bastante querido, numa luta que à partida tinha tudo para ser inglória. Venceu um estafermo de um cancro. Foram meses bem agrestes, com muito sofrimento que ele aguentou estoicamente. Entre tratamentos de quimio e radioterapia, nunca deixou de ir trabalhar, nunca foi menos profissional e nunca adoptou aquela postura de zangado com o mundo, conseguiu sempre sorrir-nos quando se calhar seria tudo o que menos lhe apetecia. Ah valente! Admirável mesmo. Na festa surpresa que a minha chefe (que é tia dele) lhe preparou, emocionou-se ele e emocionámos-nos todos, elas e eles. Eu então fartei-me de chorar, de felicidade por ele e por pensar no quanto eu queria que este fosse o happy ending reservado à minha mãe também. É dura esta batalha, mesmo um tanto ou quanto desavinda com a minha mãe, só quero vê-la bem, só queria que ela colaborasse para melhorar, mesmo sabendo que à partida a vitória é quase impossível. Mas perder sem lutar, isso é que não. Eu não sou assim, isto complica-me.

Pormenores à parte, a questão aqui é que o P. conseguiu e venceu. Os próximos meses são de controle cerrado, mas esta vitória está garantida. Viva o P.!!! És o maior.

"Por mais longa que seja a noite, o sol volta sempre a brilhar"

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publicado às 08:57


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