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É do conhecimento de todos que acontecem este Domingo, dia 24, as eleições Presidenciais. Também é verdade que estamos em confinamento, mas é possível ir votar, ainda que para isso tenham de mudar de concelho. Gostava muito que usassem esta excepção, para irem exercer o direito de voto, como usaram no passado fim-de-semana e mesmo durante esta semana, todas as excepções possíveis e até quiçá as imaginárias, para escapar ao confinamento. Mais que um direito, é um dever cívico. Exerçam-no, usem e abusem. 

Tantos no passado, e não muito longínquo, lutaram para que nós, em democracia, possamos usufruir deste direito. Não entendo quem não vota por opção, juro que não entendo. O direito de voto é um direito pessoal e constitui um dever cívico assente numa responsabilidade de cidadania, ao qual não se encontra ligada nenhuma sanção em caso de incumprimento (se calhar devia...).

Diz o Decreto-Lei n.º 456-A/76 de 8 de Junho que:

"O n.º 1 do artigo 48.º da Constituição da República estipula que «todos os cidadãos têm o direito de tomar parte na vida política e na direcção dos assuntos públicos do País, directamente ou por intermédio de representantes seus livremente eleitos».

O n.º 2 do mesmo artigo, complementar do n.º 1, estabelece: «o sufrágio é universal, igual e secreto e reconhecido a todos os cidadãos maiores de 18 anos, ressalvadas as incapacidades da lei geral, e o seu exercício é pessoal e constitui um dever cívico»."

Que não se arranjem desculpas, tipo eu não sei onde votar, entre outras. Sim, houve alteraçõs devido à pandemia para estas eleições. Mas é fácil, fácil saber. É só ir a https://www.recenseamento.mai.gov.pt e colocar o número de identificação civil (vulgo nº do cartão de cidadão) e a data de nascimento. Também pode ser por SMS: SMS grátis para 3838 (escrevendo RE espaço nº de BI ou CC espaço Data de Nascimento no molde AAAAMMDD).

Por favor votem, façam a diferença!

voto.jpgimagem daqui

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publicado às 21:36

#vermelhoembelem

15.01.21

Ora pois que hoje ao abrir o instagram ao final do dia (que por aqui mesmo em confinamento trabalha-se e bastante, não há tempo para redes sociais senão quando o expediente acaba) fui surpreendida por imensas imagens de mulheres e homens de lábios pintados de vermelho e com a hashtag #vermelhoembelem. Fiquei confusa, mas de imediato calculei que fosse mais um "brilharete" do candidato André Ventura. E claro que era, não foi preciso pesquisar muito para perceber a polémica. Está certíssimo, nada lhe dá o direito de destratar as pessoas quando se sente ameaçado ou até só porque é parvo. Porque é isso que ele é, entre muitas outras coisas. Para mim um ser execrável e não de agora. 

Mas nisto tudo houve uma coisa que me encanitou. Ontem, em Castelo Branco, não se coibiu de insultar tudo e todos, inclusivamente de chamar de subsidiodependentes um grupo de pessoas se manifestou contra ele. Aquilo chocou-me, sabe lá ele da vida de cada um. Mas não vi ninguém insurgir-se contra isso.  Pode não ser tão grave (para mim é) como insultar outra candidata, mas devia ser repudiado pela opinião geral também. 

Uma coisa há que concordar, nada lhe dá o direito de andar para aí a insultar tudo e todos, mas nada se pode dizer ao "menino" que fica muito ofendido. Coitadinho do crocodilo (ler cucudilo como na anedota). Se quer ser respeitado tem de se dar ao respeito.

Quando os insultos entram no machismo e sobre a imagem das mulheres, com o intuito de as descredibilizar, a coisa pia mais fino, claro está. Tenho pena de não ter um batom vermelho, que até aqui colocava uma foto de lábios pintados de vermelho. 

Entretanto ao jantar bebi um copo de vinho tinto, como faço todos os dias, e brindei, lembrando-me de Jerónimo de Sousa, a quem a dita criatura chamou de avô bêbado.

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publicado às 21:28

Eu já votei!

24.01.16

E fui a primeira na minha secção de voto! Eram 8h00 em ponto e eu já estava a exercer o meu direito de voto. Não, não ensandeci, apenas fui com o marido que por ir trabalhar às oito e meia, ou votava antes de ir ou não votava e isso é que não. Nunca tinha ido tão cedo, nem nunca tinha sido a primeira eleitora da secção de voto. Desconhecia as formalidades, como fui a primeira a votar a urna de voto estava aberta e foi-me mostrada como estava, vazia e fechada na minha presença. Achei curioso.  

Espero que os portugueses votem, exerçam o direito que é nosso e porque tantos no passado lutaram. Temos o direito à escolha ao contrário de muita gente no mundo. Votem em consciência, em branco, como lhes aprouver, mas votem! 

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publicado às 10:15


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