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É a minha música de Natal preferida de sempre e é assim que descrevo o nosso Natal este ano. Fomos pela primeira vez passar o Natal com a família do meu marido a Portimão. As férias já são um hábito de há três anos para cá, mas o Natal foi uma novidade. Por motivos que agora não interessam nada o meu marido acabou por estar afastado deste lado da família por muitos anos, mas felizmente, e porque a vida sabe o que faz, o que lá vai, lá vai e o passado ficou lá atrás. 

O nosso Natal é sempre ditado pelas crianças e como o acordo que tenho com o pai dos miúdos diz que eles passam a noite com um de nós e o dia com o outro, ainda não tinha sido possível conciliar com a família do marido. Este ano a noite era minha e como o pai iria estar a trabalhar, consegui chegar a acordo com o ele e tive os miúdos os quatro dias do fim-de-semana. Assim deu para fazer a viagem e estar fora os quatro dias. 

Foi um Natal muito diferente por todos os motivos e mais um. O principal foi a família e os afectos acima de tudo. Os presentes foram pequenas lembranças, e fizemos mesmo questão de salientar o amor que nos une e a família que agora somos e temos. 

As viagens foram as melhores de que tenho memória desde há muito. Sem trânsito nem confusão, calmamente estrada fora. No regresso aproveitei para puxar pela memória de cada um de nós. Todos falámos sobre o ano que está quase a terminar e o que de bom e mau nos aconteceu, o que temos para agradecer pelo que passou e os objectivos para o novo ano. Fizemos o pleno do "Driving Home For Christmas" e tivemos um Santo e Feliz Natal.

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publicado às 18:15

Embora quase todos se esqueçam das diferenças, e quando digo diferenças refiro-me a quem tem algum tipo de incapacidade. Este ano já vi duas marcas (sobejamente conhecidas) apostarem em anúncios diferentes. E fiquei tão feliz, emocionada mesmo. Os anúncios em causa tocam um tema que me particularmente sensível, não fosse a surdez a dura realidade da minha filha. 

Este primeiro é d' O Boticário e foi na página de facebook d' A Mãe Imperfeita que o vi a primeira vez. 

Este segundo é da Huawei e foi no instagram que tive conhecimento dele. Pesquisei mais um pouco e vi o anúncio completo. Maravilhoso.

Para saber mais sobre a história deste anúncio é só espreitar aqui: Huawei & StorySign.

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publicado às 21:04

É certo e sabido que não fã do Natal, não é de hoje é de sempre. Mas não é por aversão, acho que é um exagero o Natal chegar mais cedo a cada ano. Ainda estamos no rescaldo das férias e já há um ou outro sururu sobre o Natal. Chegados a finais de Outubro e depois em Novembro já é Natal por todo lado: lojas, centros comerciais, ruas, etc. O apelo ao consumismo é impressionante. Ainda não é Dezembro e já estou cansada. Tenho alguns colegas de trabalho que já fizeram a árvore de Natal, assim como alguns instagrams que sigo mostram orgulhosamente as ditas, como se o Natal fosse já amanhã. A árvore de Natal, diz a tradição, deve fazer-se no primeiro domingo do advento, que é quatro semanas antes do Natal. Será tudo pressa? O Natal não se vive à pressa, pelo contrário. O Natal é uma celebração, a do nascimento de Jesus, e nos dias que correm poucos são os que se lembram disso. As pessoas vivem na loucura e pressa desenfreadas, a ver que gasta mais e dá o melhor presente, desvirtuando o significado das lembranças do Natal.

Para mim o mês do Natal ainda está para vir, a árvore faz-se no ínicio de Dezembro (a bom rigor, este anao seria a dia dois) e é durante esse mês que sinto o Natal. Gosto de ver as luzes nas ruas, gosto da comida e dos doces de Natal, mas não o faço à pressa, isso incomoda-me. 

Também se diz que o Natal é quando o homem quiser, eu confesso que não concordo. E à pressa então, muito menos. 

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publicado às 18:26

Mais uma vez este ano passou o filme "Música no Coração", talvez pela enésima vez, bem sei. Li no instagram do Nuno Markl, que percebi que também tinha visto: "uma pessoa cria a ilusão de que vê o Música no Coração todos os anos, quando, na verdade, não vê. Eu acho que o vi inteiro pela última vez nos anos 80...". E na altura pensei para mim, isto é tão verdade, caramba, tantas cenas, tantos pormenores de que já não me lembrava. Confesso que vi, não desde o ínicio, mas quase, e adorei rever o filme. Os meus filhos não me quiseram fazer companhia, embora os tenha tentado convencer. Perguntaram-me se era um dos filmes da minha vida, e quando lhes disse que sim, quiseram saber qual é "O" filme da minha vida. Quando lhes disse que é o "África Minha" ficaram curiosos e quiseram ver. Foi o nosso serão. Este dia de Natal foi de clássicos, de muita ronha, muita mantinha no sofá e todos juntos, mesmo que alguns momentos, cada um na sua. E foi tão bom!

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publicado às 18:42

É Natal

24.12.17

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Nunca fui grande fã desta época, talvez por ter uma família muito pequena. Em miúda éramos apenas os meus avós, a minha mãe e eu. Depois de me juntar com o pai dos meus filhos a família crescer consideravelmente, mas era sempre uma confusão conciliar tudo e todos, e ainda por cima cada um com uma pancada maior que o outro. Stressava-me um bocadinho confesso. Melhorou depois dos miúdos nascerem, o Natal girava em torno deles. 

Se por um lado este Natal é dos mais chochos que já passei, por outro é também dos mais tranquilos. Na consoada seremos apenas eu e o meu marido, os miúdos vêem só bem depois da meia noite, este ano é do pai. Este ano fugi da loucuras das compras, os presentes são principalmente para os miúdos, e sem grande loucuras, ou melhor, sem nenhumas. Sabem o que vão receber e participaram na compra. Quero que dêem devido valor aos presentes que recebem, ao invés da quantidade. 

Tanta gente por esse País fora que nem casa tem ainda para passar o Natal, quanto mais. Todos temos que agradecer pelo que temos, mesmo que seja pouco. Há quem não tenha quase nada. Isso este ano tocou-me mais que nunca, talvez pelos trágicos e devastadores acontecimentos deste ano no nosso País.

Dentro do possível para cada um, desejo um excelente Natal a todos, em particular ao universo SapoBlogs. Que tenham saúde, paz e amor (e já agora algum dinheirinho também). Que possam estar junto dos que são mais queridos.

FELIZ E SANTO NATAL!!! 

 

 

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publicado às 15:59

O Natal e eu

16.12.17

Até há pouco mais de meia dúzia de horas não tinha comprado uma única prenda de Natal. Bem sei que faltam apenas 8 dias para a consoada, mas parecem-me anos luz. Não fiz sequer a árvore de Natal cá em casa, nem vou fazer. Tenho amanhã o primeiro jantar de Natal com uns amigos que me são muito queridos, e por isso hoje me enchi de coragem para ir às compras. Fui já ao fim do dia, e ainda bem que assim fiz, a confusão estava bem menor, mesmo havendo muita gente no centro comercial. Não sou nem nunca fui grande fã do Natal, e este ano os miúdos passam a consoada com o pai. Quando assim é isto custa mais um bocadinho. Vou passar a noite em casa só com o meu marido e o bem que isso me vai saber. Só quero é paz e sossego, não quero confusão mesmo que em família. 

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publicado às 23:44

Pelo menos de que tenho memória na minha vida adulta, claro está, porque quando somos crianças não há preocupações com o Natal. Tal como escrevi aqui, oito dias antes não tinha nada preparado nem nada que se parecesse e não me stressei com isso. E foi tudo tão melhor. Não fiz a árvore, e bem dita a hora que assim decidi, não andei que nem louca na corrida dos presentes, apenas fui às compras no fim-de-semana anterior e na véspera de Natal e foi tão mais fácil. Ainda tive tempo para embrulhos e tudo mais. Para além da consoada de dia 24, fiz uma consoada antecipada em minha casa a 23, para poder estar com as minhas duas irmãs ao mesmo tempo. A noite de 24 foi em casa da minha irmã P. numa consoada em família a sério, algo que já não fazia há muitos anos. Há pelo menos dez que não saía de casa neste dia. Tive oportunidade de rever a mãe dela, que conheci quando era miúda e as minhas irmãs ainda não existiam. Foi bom. Apenas dei presentes que considerei especiais para as pessoas a quem se destinavam. Fiz felizes pessoas que me são importantes. Foi muito bom. Também fiquei muito feliz com os meus presentes, poucos mas muito bons.

O menos bom foi a falta que senti das visitas que tinha por hábito fazer a quem já não está connosco. E o pai dos meus filhos não fazer um esforço para os ver na véspera de Natal, eu sempre fiz o possível e quase o impossível para que ele os visse neste dia. Constatei mais um bocadinho a pouca importância que eles têm para ele. Aquilo custou-me, assim como ouvir os comentários que eles fizeram do pai e que eu não pude nem quis contrariar, não é justo.

Assim até já gosto um bocadinho mais do Natal.

 

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publicado às 22:25

Falta uma semana para a consoada e eu sem vontadinha nenhuma. Nada de novo, portanto, só que este ano está pior que nunca. Não fiz árvore e não vou fazer, o presépio já cá está porque está o ano inteiro, tem apenas as três figuras principais e faz parte da decoração da sala. Também tenho anjos, alguns até, e é igual. Comprei hoje os primeiros presentes, quatro apenas, e nem metade são. Amanhã lá vou eu outra vez. Nunca tinha deixado os presentes para tão tarde e não estou nada preocupada com isso. Faltam oito dias para o Natal, mais um ano muito difícil a chegar ao fim. 

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publicado às 21:25

Se já normalmente não tenho "aquele" espírito natalício este ano tive ainda menos. E incomodou-me a loucura que via à minha volta por causa desse dito espírito, e que a mim me pareceu ter começado cedo demais, tardei a interiorizar que o Natal estava a chegar quer eu gostasse ou não. Quase até ao início da semana, parecia-me sempre que ainda faltava imenso tempo. Os dois primeiros jantares de Natal que tive, senti-os tudo menos de Natal. Tolice? Talvez.

Comprei as prendas em três idas distintas às compras, onde levei objectivos definidos e não me perdi em excessos desnecessários. Rendi-me à Ale Hop onde comprei a maioria das prendas, todas úteis, engraçadas e em conta, com a vantagem de haver uma loja de rua em Belém, pertinho do meu trabalho e sem a confusão dos centros comerciais, o chamado dois em um. Também comprei livros para ajudar a criançada a combater o stress, na nova moda das mandalas para colorir.

Onde também evitei os excessos foi na comidinha e nos doces, tivemos de tudo, mas em pouca quantidade, o resultado é zero desperdício. O jantar foi da véspera foi roupa velha e no dia fizemos um rolo de carne recheado com castanhas, maravilhoso. Como não houve excessos, no sábado numa ida ao supermercado até reforcei as filhós e os coscorões que são a minha maior perdição. 

Este ano a véspera de Natal foi passada a dois, os meninos foram para o pai e eu fiz questão de ficar em casa sossegada. Custou-me não ter os miúdos e ao mesmo tempo ser o primeiro ano em que a minha já não está entre nós. É assim a vida, dá voltas e dá-nos a volta com mais ou menos adversidades. Ao final da noite os meninos vieram dormir a casa, sinónimo de coração cheio, mas já era bem tarde, por isso as prendas ficaram para a manhã de 25. O dia e o resto do fim-de-semana foram passados entre filmes e jogos, de matinha no sofá enroscadinhos entre nós, num mimo muito bom. Foi provavelmente o meu Natal mais tranquilo dos últimos anos.  

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publicado às 14:10

Natal em Lisboa

01.12.14

A época de Natal chegou definitivamente a Lisboa. E este ano há muito para ver e para fazer. Não vejo a hora de ir passear e descobrir o que por lá se passa. Bem sei que ainda é cedo, ainda agora começa Dezembro. Não fosse os miúdos estarem em plena época de testes e muito estudo, este fim-de-semana, já tinha pelo menos ido ver as iluminações, que são mesmo o que mais gosto. Da baixa ao Chiado, passando pela Avenida da Liberdade, adoro. Se por um lado gostava de já ter ido, por outro ainda bem que não fui, pois como descobri hoje na Agenda Cultural de Dezembro e depois confirmei no site da CML, há mesmo muito para ver e para fazer este Natal em Lisboa e assim hei-de escolher um dia, já de férias escolares preferencialmente, para aproveitar ao máximo. Os meus destaques vão para além das iluminações, claro, para o espectáculo de videomapping "O Fabuloso Desejo de Natal", de 14 a 23 de Dezembro e para os espectáculos "Natal em Lisboa", organizado pela EGEAC, a decorrer em várias igrejas assim como no teatro São Luiz e no Cinema São Jorge, de 7 a 21 de Dezembro. Programa dos concertos aqui, mais actividades em Lisboa aqui.

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publicado às 13:32


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