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Ontem vi no Jornal da Noite da SIC uma reportagem sobre um tema já muito falado e ainda mais a cada Verão. O abandono de animais nas férias. Fico sempre incrédula com a capacidade da maldade humana. Cá em casa, até este ano, nas férias, e sempre que não os podemos levar connosco, optamos pelo pet sitting. Felizmente tenho uma pessoa de extrema confiança e que adora bichos, principalmente os cá de casa, e que na nossa ausência vem até cá, dá-lhes de comer, passeia a cadela, e faz-lhes companhia durante um bocado, três vezes por dia.

No nosso caso, esta opção sai muito mais em conta do que os hoteis para animais, uma vez que por cá habitam um cão e dois gatos. Se é barato, não propriamente, ainda assim. Mas quem tem animais ou quer ter tem de pensar neste custo e na limitação que significa animais nas férias. Desde que me conheço como gente que tenho animais e nunca deixei de fazer férias por isso. Este ano a minha filha mais velha, que ficou por cá, pois já trabalha e não pode fazer férias connosco, ficou encarregue do pet sitting. Foi muito mais em conta, sem dúvida e eles ficaram bem mais contentes, mesmo sentindo a falta do resto da família. 

Também já contámos com a ajuda preciosa de uma amiga e vizinha que tomou conta da bicharada quando a pessoa a que recorro habitualmente não estava disponível. Uma mão lava a outra e também eu trato dos três gatos dela quando necessário. Assim será também daqui a umas semanas nas suas férias. 

Abandono, isso nunca. Infelizmente nunca a lei estará à altura para punir gente (que não é gente) e abandona os seus animais. 

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publicado às 22:17

Ontem tive um dia de férias (daqueles que não se conseguem gozar em devido tempo por excesso de trabalho e depois gozam-se quando dá, um de cada vez). Os horários são os mesmos, pois há miúdos para deixar na escola. Às oito e meia já estava de volta a casa e a tomar o pequeno almoço tranquilamente. Deu para fazer um bocadinho de tudo. Vi as notícias, vi as minhas séries, li o meu livro e ainda consegui ir dar uma voltinha aqui perto, para espreitar os estragos da tempestade. Aqui há beira rio foram bastantes, felizmente sem consequências de maior. 

E à tarde podia ter-me dado para pior, mas deu-me para passar a ferro como se não houvesse amanhã. Caramba, a quantidade de roupa que eu passei. Quando me dão estes repentes tenho de aproveitar, pois são raros e a roupa acaba por se acumular mais do que deveria. Salva a situação o meu marido que nas folgas dele vai passando também. Aliás passa muito mais do que eu. Eu tenho um grave problema, O-DEI-O roupa, mas odeio quase de morte. Do por para lavar, separar para colocar na máquina, por a máquina a lavar, estender (socorro...), apanhar e finalmente passar... odeio. Sempre que posso a roupa sai do estendal ou do secador o mais direita possível e dobro e arrumo. Não é o ideal, mas é o que temos. Odeio roupa. Não sei se já disse isto, mas odeio roupa. Lavo e limpo uma casa inteira as vezes que forem precisas, agora a roupa, senhores, a roupa é o meu martírio. 

IMG_1558.JPGMesmo com a odisseia da roupa, foi um dia bom. Gosto de dias produtivos, de chegar ao fim e pensar, hoje deu para tudo.

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publicado às 21:58

... mas é tão bom voltar. Gosto muito de ir de férias, que gosto, e se as férias este ano foram boas, aliás foram bem boas, mas gosto tanto de voltar ao conforto da minha casa. Da minha casa, das minhas coisas, do meu ambiente. Adoro a minha casinha. Adoro aquela sensação de entrar em casa ao fim de uns dias fora, reconhecer cada canto, cada cheiro, cada pormenor, o conforto que me trás é inigualável.

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publicado às 21:36

Depois de três dias entre serras e paisagens deslumbrantes, pela zona centro do País, no dia de regresso planeámos ir a Coimbra, afinal ali bem perto. Planeámos e fizemos. E valeu tanto a pena. Tenho uma vaga ideia de em miúda (adolescente talvez) ter ido a Coimbra e depois há alguns anos com uma pessoa que me é muito querida, aquando da sua cirurgia ocular lá no Hospital, onde se fez tudo menos conhecer a cidade. Portanto foi quase como uma nova cidade. Gostei tanto de Coimbra, quero muito voltar com mais tempo e ver muito mais do que vi, porque meia dúzia de horas são de facto muito pouco. A cidade encanta e não só na hora da despedida. Visitámos o Mosteiro de Santa Clara-a-Nova, percorremos ruas e ruelas, subimos (muito) a Couraça da Estrela e a de Lisboa, vimos a Universidade, fomos ao Largo da Sé Nova e da Velha também, descemos a Rua do Quebra-Costas (adorei o nome tão propositado), passámos na Rua da Louca (eu, portanto), adorei. As fachadas dos edifícios são lindas, cada detalhe, cada pormenor. Ficou tanto, mas tanto por ver. Quem sabe até numa outra altura com estudantes por lá, cantando e rindo, afinal são do mais típico da cidade, não fosse Coimbra a verdadeira cidade universitária. Uma coisa é certa, quero muito voltar. 

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publicado às 16:59

Depois dos dias passados na zona centro (tema sobre o qual ainda me falta escrever), rumámos até terras algarvias. Hoje fomos a banhos e que boa que estava a água, que temperatura boa. As saudades que eu tinha de tomar banho na praia sem quase morrer de hipotermia. As saudades que eu tinha de uma praia assim. Foi uma tarde de praia muito boa, estava era muito vento o que foi pena. Podia ter sido um dia excelente.

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publicado às 23:01

O dia começou com um cafézinho na café/padaria da vila. É engraçado perceber como nas aldeias se vive numa realidade tão diferente da minha/nossa, malta da cidade. Todas as pessoas se conhecem e cumprimentam, todos nos falam e cumprimentam como se fossemos dali. Gosto desta forma de vida das aldeias.

Munidos do mapa turístico que trouxemos do posto de turismo fomos até Arganil fazendo o Circuito do Alva, passando por Vila Cova de Alva, Barril do Alva, Côja e Secarias. É curioso como no mapa tudo parece tão longe entre localidades e afinal é tudo relativamente perto (às vezes logo ali ao pé). Outra curiosidade é que cada localidade, cada vila ou aldeia tem uma dimensão muito menor do que se imagina. Não tinha mesmo noção. De Arganil continuámos o nosso percurso seguindo pelo Circuito do Açor que começou no Santuário do Mont'alto, seguindo por Folques, Torrezelas, Selada das Eiras, etc. Nem sempre foi fácil seguir este percurso por falta de sinalização. Depois de visitar da Fraga da Pena e chegados a Monte Frio, ao invés de seguir o resto do circuito de regresso a Avô, fomos por uma estrada alternativa, pouco frequentada e onde conseguimos fazer umas fotografias fantásticas. Percorremos quilómetros e quilómetros sem ver um único carro. Que percurso incrível, mais paisagens indescritíveis, aldeias e lugarejos cada um mais característico que o outro. No meio de todo aquele xisto trouxemos duas placas para fazer decoração em casa e vimos imensos castanheiros. De salientar o sem fim de praias fluviais nas localidades por onde passámos. O ponto alto do dia foi a Fraga da Pena, um pequeno paraíso escondido na Serra do Açor. 

O nosso País é mesmo maravilhoso de conhecer. 

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publicado às 23:43

Depois do percalço de início de viagem, tudo corre bem e a viagem continua. O grande objectivo desta viagem era conhecer Piodão. Sendo esse o destino do primeiro dia, após a chegada. Fica relativamente perto de Avô, onde estamos hospedados, ainda assim o dia começou cedo, pois até lá, havia muito para ver e a merecer toda a atenção.

Iniciamos o percurso na Aldeia das Dez que tem paisagens lindas, é uma aldeia miradouro devido à sua localização no cimo da serra. Dali até Piodão as paisagens são absolutamente incríveis. Parámos inúmeras vezes para apreciar as ditas e tirar fotografias. A vontade era de parar ainda mais. É de uma beleza indescritível, qualquer foto que tirei fica a anos luz da beleza que tento retratar. Não me lembro, em quarenta e dois anos de vida, de ver algo assim.

E então Piodão? Bem, Piodão surge de repente, entre curvas e contra curvas, na imensa beleza daquelas paisagens. Parece uma aldeia de brincar, com as suas casinhas encosta acima. Tal como já li e ouvi aquela aldeia é inigualável. Depois da primeira vista da aldeia o percurso até lá continua a ser incrível. E a aldeia? Idem aspas. Percorremos a aldeia por ruinhas e ruelas, subidas e descidas, tudo lindo de morrer. Deslumbrada que estava até perdi os meus óculos de sol quando quis molhar as manitas num ribeiro que por lá corria.

Pontos negativos, estava imenso calor (até para mim) e não arriscámos os caminhos pedestres até Foz da Égua e proximidades. Tive pena. Optámos por ir de carro, mas não deixámos de visitar, isso é que não. Outro ponto negativo, e para mim grave, a falta de limpeza nos wc's. Estavam mesmo muito maus, o cheiro então era nauseabundo. Um local como Piodão devia oferecer melhores condições.

À saída da aldeia optámos por fazer um caminho diferente, mais paisagens deslumbrantes.

Não quisemos fazer o almoço em Piodão porque estava a abarrotar de gente. Por aldeias e aldeolas não vimos onde comer, foi uma pena, ia na expectativa de uma refeição num qualquer restaurante mais típico ou pitoresco. Devido ao avançado da hora acabamos por comer, já no regresso à Avô, em Oliveira do Hospital. Entretanto no final de tarde a opção foi aproveitar a excelente localização da nossa casa, com a praia mesmo à porta. Ao contrário de ontem, não me atrevi a tomar banho, molhei só o pézinho. Estava vento (ventinho, vá) e a água estava fresquinha. Não fosse uma praia fluvial. 

Foi um dia e tanto. 

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publicado às 23:17

Isto de só ter férias "a sério" ou as ditas férias grandes, como se queira chamar, quase no fim do mês de Agosto tem que se lhe diga. Não vejo a hora. Faltam quatro dias (e esta semana até é mais pequena) mas parece que os dias não passam. Há menos trabalho, não se consegue falar com ninguém, praticamente, sejam colegas ou fornecedores.

Férias grandes para poder finalmente fugir à rotina, aos locais de sempre e às coisas de casa. Sim, que ter férias e não sair não tem nada a ver. 

Férias grandes para mais uma vez ir para fora cá dentro (gosto tanto deste nosso País à beira-mar plantado!). Este ano mais um local (vários até) que não conheço, uma zona aliás que não conheço. Oxalá os incêndios acabem até lá, ainda assim já me imagino a percorrer quilómetros com paisagens negras. Nem quero pensar nisso. Venham de lá essas paisagens de cortar a respiração por montes e vales e aldeias de xisto e praias fluviais e quilómetros caminhados por aldeias históricas de Portugal.

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Imagem daqui

Piodão.jpg Imagem daqui

E porque férias também são sinónimo de praia e calor, nada como juntar o útil ao agradável e ir visitar a família ao Algarve e por lá passar uns dias também.

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publicado às 18:01

Os meus filhos foram passar uns dias com a minha irmã, aliás com a minha irmã e o namorido. Foram poucos dias, mas valeram por muitos. Pelo meio fartaram-se de me enviar fotos, bem hajam as novas tecnologias. Vieram cheios de histórias para contar, num entusiasmo que só visto, tudo o que possa escrever ficará muito aquém da verdade. Foram dias de novas experiências, de novos hábitos e rotinas. Praia, campo, piquenique, visita ao posto da GNR onde o namorido trabalha (sentido que há agente da autoridade no pedaço), novos locais, passeio de barco, passeio na caravana, andar de mota, um sem fim de memórias boas e inesquecíveis. E que bom saber que os meus filhos constroem memórias assim. São das melhores coisas da vida. Eu tenho imensas dos tempos de infância e adolescência, particularmente com os meus avós nos Verões que íamos à terra. Memórias que são um bálsamo para a alma a cada lembrança.

Foi uma primeira vez com tudo para quererem repetir. Crianças e tios de coração cheio. 

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publicado às 21:31

O que de melhor fazer durante as férias? Acordar cedo, claro está, tal como todos os dias do ano. Só eu mesmo. Que não sou garota de dormir muito, é um facto, mas gostava de conseguir aproveitar estar de férias para dormir mais um bocadinho. Tenho dias em que me custa horrores levantar para ir trabalhar, nos fins-de-semana e férias é isto, acordo cedo só porque sim.

Quando os miúdos eram pequenos e acordavam cedíssimo, como quase todas as crianças pequenas, pensei tantas vezes: quando é que os miúdos crescem para me deixarem dormir mais um bocadinho de manhã? Agora que já são crescidos (neste momento ainda estão os dois a dormir) eu não durmo mais por isso. Ele há coisas curiosas mesmo.

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publicado às 09:04


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