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E já não era sem tempo. Desde o fim-de-semana que andamos para fazer a árvore, hoje foi o dia, ou melhor, a noite. Jantámos bem cedinho, e logo a seguir ao jantar pusemos mãos à obra. Foi uma árvore feita a seis mãos e foi muito bom. Para o final as estúpidas das luzes, que eu tive o cuidado de experimentar antes de colocar na árvaore, não queriam funcionar, levei que tempos até perceber que era um mau contacto numa das lâmpadas, mas conseguimos. Tinha saudades de fazer a árvore. O ano passado com a confusão da mudança e com caixotes por desempacotar por toda a a casa, não houve sequer espiríto para tal, mas isso agora não interessa nada, o que interessa é que já está os meninos adoraram, eu também e ficou linda!
Este é, desde quinta feira e até amanhã, o meu vizinho da frente. É o porta aviões USS Eisenhower que está ancorado no Tejo de visita a Lisboa, antes do regresso a casa, depois de estar há vários meses em missão de apoio às tropas americanas no Afeganistão. Quando acordei na quinta às seis da manhã pensei, olha um porta aviões a entrar, só algum tempo depois percebi que não estava a entrar, mas sim completamente parado, pensei "fixe" que engraçado. Procurei informação na internet e na televisão e nada, em lado nenhum havia qualquer indicação, o que estranhei, afinal não é habitual estar um gigante destes por aqui e não ser notícia. Só depois há hora de almoço deu então uma reportagem (http://sicnoticias.sapo.pt/pais/2013/06/20/porta-avioes-uss-eisenhower-ancorado-no-tejo).
É impressionante o imenso tamanho do dito. Muda de posição várias vezes por dia, consoante as marés e quando vira fica atravessado no rio mostrando bem o porquê de ser um dos dez maiores porta aviões do mundo. Andam dois cacilheiros para trás e para diante constantemente durante todo o dia e até tarde na noite, levando e trazendo pessoas de e a bordo, mais dezenas de fragatas da marinha portuguesa para além de inúmeras embarcações de curiosos que por aqui andam também. Cá em casa miúdos e graúdos deliram ao ver tanta agitação mesmo de frente a nossa casa. Ficam as nossas fotos:
Já há muito (bem, muito não, algum talvez) que eu andava sossegadita em casa, sem alterações de maior. O que não é muito normal em mim. Ontem foi o dia, toca de virar tudo às avessas, mudanças no quarto e por consequência na sala também. Aproveitando que foi dia de desmontar a árvore de natal, vá de mudar. E não é que ficaram tão giros, tanto o quarto como a sala? O que eu gosto disto, e o bem que me faz, é como que uma necessidade, o gozo que me dá ir fazendo as alterações, tira daqui e põe dali, experimenta dacolá, etc. e ver o resultado final.
Disseram-me que este será o meu ano, um ano de grandes mudanças, de momentos difíceis também (tradicionalmente os meus anos bisextos são difíceis), mas mais marcado por mudanças boas, e eu pronto, comecei pela casa. O quarto dos meninos, esse está na calha também, será o próximo. Para já os gatos também têm caixote novo, daqueles fechados, a ver se espalham menos areia.
E tudo vai mudando... venham lá mais.
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