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…e não é pouco. Primeiro dia de praia, primeiro banho de mar, volto para a toalha, pego no telefone, três chamadas não atendidas da mais velha. O meu coração quase parou. Olho em seguida para o telefone do meu marido, mais uma, quase morri. Liguei de volta e só me saiu um o que é que aconteceu? Coisas de mulheres, uma aflição e o que podia correr mal correu. Nestas alturas, como sempre numa aflição o que pode correr mal corre e até uma porcaria de uma moeda trocada faltou. Ela ficou sem chão, eu estou a quase trezentos quilómetros de distância, e mesmo que não estivesse era igual, ela enervou-se por eu não ter atendido o telefone, enfim… uma merd@. No meio da aflição tudo se resolveu pelo melhor, ela não se atrasou para o trabalho e ultrapassou o percalço. Já eu senti-me um traste por não estar mais perto. Bem sei que é a vida, ela já é maior, já trabalha e tem de saber safar-se como puder. Eu só lhe posso indicar o caminho, já não a posso levar ao colo. A meio da tarde já era ela que me enviava mensagens para me tranquilizar que estava tudo bem.
Não precisava nada de mais este stress. Já ando preocupada porque ela ficou em casa, o trabalho é com folgas e horários rotativos, sendo que esta semana é a pior a sair muito tarde. Tem transportes, mas mais espaçados. Pelo menos sei que há muitas pessoas a circular tal como ela.
Ainda assim estou de coração apertado. Mesmo sabendo que ela está mais preparada para a vida acontecer do que eu para que aconteça.
É um orgulho ser mãe desta miúda!
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