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Foi com imensa surpresa que fiquei a saber que este humilde blog está nomeado para os Sapos do Ano. Nem sei bem como é que isto aconteceu :). Surpresa maior de todas, na categoria educação. Pensei para os meus botões, será que esta nomeação está certa?
Eu de educação percebo apenas a experiência que tenho de educar dois filhos (uma já com dezanove e outro de quinze). Faço-o seguindo sempre o meu instinto, até à data tem funcionado, acho que ninguém melhor que nós conhece os nossos filhos. Provavelmente também falho, tal como todos os pais, mas nunca me arrependi de nada. Considero que os meus filhos são dois seres humanos com princípios e valores de bem, no geral, também têm as suas coisas, não fossem adolescentes...
De resto este blog é onde partilho o que me vai na alma e as peripécias da minha vida. Só tenho a agradecer a esta maltinha dos Sapos do Ano e a esta família do sapo blogs onde tantos escrevem tão melhor que eu, por acharem que o meu blog é digno de nomeação.
Durante este mês tive oportunidade, através de uma campanha trnd, de provar várias bebidas da starbucks. Nesta experiência provei os Chilled Classics. Já era, aliás, sou fã das bebidas desta marca. Já tinha até comprado esta variedade antes da experiência, mas não conhecia todos os sabores. Confesso que ainda assim a minha preferência, principalmente agora que os dias frios estão a chegar, são as bebidas quentes.
Cá em casa os Chilled Classics agradaram a todos. Eu estou "viciada" no Skinny Latte, os miúdos adoraram o Signature Chocolate e o marido (guloso) gostou do Caramel Macchiato. No geral agradou a gregos e a troianos o que não é fácil.
São bebidas com a qualidade a que a starbucks já nos habituou, mas com um preço mais em conta e de venda nos super e hipermercados, logo mais fáceis de adquirir.
São super práticos para levar e desfrutar em qualquer lado. Num passeio, no escritório, no caminho para o trabalho, ao pequeno-almoço, ao lanche, ou só porque apetece, em jeito de gulodice.
... e não está fácil. Acabei de ver a rubrica "Vidas Suspensas" no Jornal da Noite da Sic. Que murro no estômago, que relato real e cruel. O meu coração disparou e mingou de tanto sofrimento ver. Caramba, como é que aquela mãe consegue? Somos de facto criaturas incríveis, capazes de lutar contra o mundo, principalmente no que toca aos filhos. Senti-me do tamanho de uma formiga comparando a minha realidade à daquela mãe e daquele filho. Mal comparando obviamente. Recordei tudo o que senti quando na ecografia das 20 semanas (ou 21, não consigo precisar) me disseram: "há aqui qualquer coisa, a bebé não está a desenvolver-se como deve. Há aqui umas alterações e um ligeiro atraso no crescimento intra uterino". Fiquei sem chão, quase morri, lembro-me daqueles segundos, minutos, horas, nem tenho noção do tempo, como se fossem à instantes. Já lá vão dezanove anos. Chorei como se mundo estivesse perto do fim, ainda por cima fui sozinha fazer essa ecografia (sem comentários...). Primeira gravidez, primeiro filho, todo um novo mundo e o que eu desejava aquele bebé. Tudo o que passei depois daquele dia e até ao dia de hoje não é nada comparando com esta mãe coragem do programa de hoje.
Respeito e profunda admiração é o que sinto por aquela mãe. Faz o impossível por aquele filho. Deixou de trabalhar, o casamento foi por água abaixo, e vive na expectativa de um veredicto que nunca mais chega. A cada dia tenho mais vergonha da justiça portuguesa e de quem manda neste País e permite que a dita justiça seja não mais que injustiça, neste e em tantos (quase todos) casos. Se não puderan ver, por favor vejam. Fica aqui o link. No final do programa o sorriso que aquele menino esboça é absolutamente comovente.
Um livro que relata um episódio da história recente do nosso país. E que relato incrível. Um episódio ainda presente na memória de muitos portugueses. Para quem como eu cresceu a ouvir falar de como era a vida em África (no caso da minha mãe e avó, em São Tomé) e de como foi terrível regressar, ser retornado literalmente, este livro é maravilhoso. Um relato em tudo fiel a tudo o que ouvi uma vida inteira. Ainda hoje oiço, pela família do meu marido que também veio retornada de Angola.
Nunca tinha lido nada desta escritora, mas já tinha muita vontade de ler o "Eliete" por já ter ouvido falar e lido tanta coisa boa sobre ele e sobre a autora. Optei por começar por este por força das circunstâncias, uma vez que era este livro da autora que estava na altura disponível na Sala de Leitura, e que bem escolhido foi. Estou rendida à escrita de Dulce Maria Cardoso.
apenas esta nota negativa, apesar de corriqueira, ...
Simply the best!
O "grande" assunto do momento em vários blogues!"N...
Esta mulher fez parte da minha adolescência, e con...