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Desde há umas semanas para cá que ando a sentir os olhos cansados, dificuldade em focar imagens e letras que até me parecerem ter como que um sombreado, não são nítidas. Claro que isto não é sempre e piora ao final do dia, para além de dar umas dores de cabeça tramadas quase todos os dias. Muitas horas por dia ao computador (12 a 14) também não ajudam. Marquei a consulta e ontem lá fui ao oftalmologista. É excelente as unidades Cuf terem consultas aos sábados, não precisei faltar ao trabalho o que a esta altura do campeonato é ouro sobre azul para mim.

A médica começou por me dizer o que já várias pessoas me tinham dito por experiência própria, os quarenta são tramados ao nível da visão. Neste caso concreto o cristalino começa a perder propriedades e o olho não funciona tão bem. Resultado, o  olho esquerdo está pior que o direito com um astigmatismo já considerável, daí eu ver as letras desfocadas. No exame, aquela primeira linha das letras mais pequenas foram bem difíceis de ver, claro que me enganei, e quando ela me colocou as lentes naqueles óculos "super sexy" parece que vi a luz. Que diferença, as letras definidas outra vez.

Já mandei fazer os óculos e fiquei bem contente com a compra. Na Óptika do Strada Outlet ofereceram um segundo par na aquisição do primeiro, por um preço bem simpático, € 75,00, com armações muito variadas à escolha. Optei pela promoção que me ficou bem mais em conta do que se tivesse utilizado o plafond directo do seguro de saúde, e ainda envio a factura para a seguradora para o reembolso. Eu que sou uma despistada e só não me esqueço da cabeça por está agarrada ao pescoço (como me dizia o meu avô) vou andar com uns sempre dentro da carteira, assim se esquecer dos óculos em casa ou no trabalho estou prevenida. Pelo menos até me habituar à ideia de que tenho óculos.

Quinta ou sexta-feira já estão prontos. A ver.

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publicado às 19:12

Foi com orgulho imenso que participei este ano na Corrida Vencer o Cancro. O desafio foi-me lançado por um guerreiro, só podia aceitar. Tenho treinado pouco ou quase nada, foi um desafio e tanto, cheguei ao final exausta mas feliz! Estava com receio do imenso calor que se fez sentir no passado sábado, mas felizmente o domingo amanheceu encoberto e sem muito calor. Excelente para a prova. A partida foi nos Restauradores, Av. da Liberdade acima, só pensei que morria. Logo a abrir sem estar preparada, a subida até ao Marquês e depois até ao Saldanha. Eu que tendencialmente já corro devagar e ainda por cima odeio subidas, rapidamente me separei do meu grupo, o guerreiro, a mulher e o pai dele. Mas o objectivo não era, nem é nunca para mim, a rapidez e fui sempre vendo os outros mais à frente. Todo o percurso até ao Campo Grande (ponto de retorno) e regresso incluiu os túneis da avenida da república e do campo grande, quatro portanto, e aí optei por caminhada rápida a cada subida. Quase a chegar ao ponto de retorno comecei a puxar por uma senhora que até ali tinha ido sempre um pouco mais à minha frente mas que ali quebrou o ritmo por ter começado depressa demais. Isto das corridas tem destas coisas, a camaradagem é incrível. Fizemos o resto da prova juntas, puxando uma pela outra. Combinamos até marcar um treino juntas assim que for possível.

Se as subidas do início foram tramadas o regresso foi excelente pois foi sempre a descer, deu bem para recuperar tempo. Foram 11,3km em 1h16s, fiquei mesmo orgulhosa. Melhorei o meu tempo da Corrida do Tejo do ano passado em que fiz 10km em 1h19s.

Tive pena que fossem poucos os participantes desta prova, mas também me pareceu que houve pouca divulgação da mesma, o que é pena pois a causa é nobre. Foi com imenso orgulho que participei nesta corrida.

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publicado às 16:07

Isto de trabalhar tantas horas por dia tem que se lhe diga. É uma fase, mas está a ser agreste. Desde Março que trabalho (eu e não só) entre 12 a 13 ou até 14 horas por dia praticamente 4 a 5 dias por semana. Nesses dias só via os miúdos de manhã, enquanto houve escola, e isso foi mesmo o mais difícil. Mas que disse que a vida era fácil? Pois que não é. Agora o ritmo de trabalho continua a loucura, mas eles ainda estão há minha espera quando chego a casa, venho almoçar com eles a casa, não os vejo é de manhã que ficam a dormir mais um bocadinho, afinal estão de férias. É melhor assim, não é na pressa da manhã - meninos despachem-se, meninos estamos atrasados, etc. - consigo ter mais qualidade no pouco tempo que estou com eles.

Então e a corrida? Claro que também ficou para trás com algumas excepções. Só consigo acompanhar os treinos do Correr na Cidade quando são ao fim-de-semana (e são muito poucos, o forte é ao final do dia), com muita pena minha.

Também não me sobra muito tempo, e vontade menos ainda, para o blog, para ver televisão, sejam notícias, filmes ou séries. Às vezes sinto-me até um pouco alien sem saber o que se passa no mundo.

Lado bom de tudo isto, tenho trabalho, este acréscimo brutal é uma fase, é um novo desafio e a resultar será muito bom para o local onde trabalho e por conseguinte para todos.

 

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publicado às 20:18

S. Pedro, S. Pedrinho, vê lá se alinhas

Bem sei que ainda não é verão

Mas é tempo de santos e sardinhas

Queremos sol e chuva não.

 

As temperaturas já baixaram e a previsão para este fim-de-semana é de chuva, mais descida, vento e tudo mais. Não há condições. Até terça é este disparate de tempo.

Esta bipolaridade só pode ser fruto de ciumeira pegada com as comemorações de Sto. António por estes dias. Tudo a seu tempo, ainda falta o S. João mas a S. Pedro também chegaremos.

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publicado às 14:07

Sábado

07.06.15

Depois de um jantar de sexta-feira acompanhado com um gin de frutos vermelhos (dos maravilhosos que o meu marido faz) para abrir a refeição e algum vinho a acompanhar, levantar cedo no Sábado para ir correr, custou, mas se custou. O objectivo estava definido, portanto não podia falhar. Com esta loucura de horários, em que ando a sair por voltas das dez ou onze da noite quase todos os dias, mesmo entrando às 9h30 como sempre, não tenho conseguido acompanhar os treinos da semana do Correr na Cidade, portanto os treinos de fim-de-semana não posso falhar, se não lá se me vão as corridas. Gosto tanto de correr com esta malta! Gosto e faz-me falta quando não corro. Às 9h30 lá estava eu na loja Yellow Adventure que dava o mote para o treino de hoje nas Avenidas Novas, passando pelo estádio 1º de Maio e um parque que agora não me lembro o nome a terminando com o regresso pela Avenida Gago Coutinho até à Alameda (subidinha tramada no final até ao Areeiro). O calor foi mesmo o mais difícil de suportar, o sol estalava bem forte. Acabei por, com mais cinco elementos, encurtar o regresso, ao invés dos 10km previstos fiz apenas 7,43km. Sentir a cabeça quente com as orelhinhas quase em fogo é horrível. Esqueci-me de levar o boné, erro crasso, o que me dificultou o percurso. Bem me refresquei, água, muita água, bebi e deitei pela cabeça abaixo. Antes da partida um miminho, um top Reebok, todo catita, no final uns aperitivos bem saudáveis, frutos secos e fruta e água e chá bem frescos.

À tarde depois de tentar aliviar uma dor de cabeça tremenda que se instalou mesmo antes do almoço, fui com os meninos até ao Volvo Ocean Race que fica mesmo aqui ao pé de casa. Agarramos nas bicicletas e lá fomos nós. Sem ser extraordinário foi engraçado, embora cansativo. Muita gente, muitas actividades e alguns brindes. Ficamos a conhecer os barcos, os percursos e aprendemos umas quantas coisas sobre a vida dos velejadores e do que se faz uma regata desta imensa dimensão. O Manuel foi quem mais gostou da nossa tarde.

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publicado às 13:49

A meio da tarde o puto liga-me e diz: "Mãe, tive 100% no teste de História!". Depois dos últimos dias em casa com a porcaria da alergia, regressar à escola e ter um nota destas. Orgulho de sua mãe!!! Este puto é um espectáculo. Só não tem melhores notas quando não quer.

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Chegar a casa e ter uma surpresa preparada pelas crianças: mesa posta com direita a velas e tudo. "Mãe, como tens andado um bocado mais cansada eu lembrei-me de te fazer uma surpresa", diz o puto quando me viu completamente embasbacada.

Bem sei que eles se estão a sentir da minha ausência, muitas horas a trabalhar, chegar a casa todos os dias já perto das onze da noite, mesmo sendo uma temporada, deixa mazela. Foi a forma que arranjaram de me chamar a atenção e pela positiva, ao invés dos disparates como outras vezes.

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Foram dois momentos altos que fizeram o melhor do meu dia! 

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publicado às 23:19


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