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Comemora-se hoje o 70º aniversário do dia da libertação do maior campo de concentração nazi. Auschwitz, até o nome é feio, será eventualmente o mais conhecido, ou do que mais se fala. Daqui foram libertados sete mil sobreviventes pelas tropas do general soviético Petrenko. Nos vários campos foram mortos ao todo 1,5 milhões de judeus.

É sem dúvida o facto da história da humanidade que me impressiona sem igual. Sempre que vejo ou leio notícias, documentários, etc. sobre este tema, sinto-me arrepiar até à medula. Dos vários filmes que vi, sobre o tema, nunca revi nenhum. Duro demais, e são apenas filmes que acredito estejam muito longe da realidade que só quem sobreviveu sabe bem como foi.

Auschwitz entrada.jpg

Auschwitz sobreviventes.jpg

(imagens www.publico.pt

Esta última imagem, da visita que se realizou hoje na cerimónia de comemoração impressionou-me. Dos vários artigos escritos hoje sobre o tema, este do Observador é para mim o melhor e mais completo.

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publicado às 21:19

"A vida dá voltas. Faz-nos seguir por percursos que achamos não ter escolhido. Impõe-nos decisões que preferíamos, tantas vezes, não ter de tomar. Oferece-nos razões que não nos apetece aceitar.

A vida tem voltas. A vida tem curvas retorcidas, quando nos apetecia uma recta para descansar. Tem subidas íngremes que nos tiram o fôlego. Tem buracos no percurso que nem sempre conseguimos evitar.

A vida tem volta. Troca-nos as voltas e traz-nos de volta. A vida solidifica-nos as vontades. Enraíza-nos as certezas. Dá-nos liberdades. Oferece-nos determinação.

A vida traz-nos de volta."

 

[Rita Leston] Gosto de ti, e então?

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publicado às 19:19

Esta semana chumbou mais uma vez a adopção de crianças por casais do mesmo sexo. Em pleno século XXI. É mais uma daquelas coisas que me deixam de queixo caído. Como é que é possível ainda haver tanta gente com mentes tão retrógradas, tão tacanhas? Tristeza imensa, tantas crianças que precisam de um lar, tanta gente disposta a dar-lhes um lar com dignidade, com amor, com tudo aquilo a que têm direito e a legislação portuguesa não permite baseada nas escolhas daqueles que se assumem homossexuais. Verdade seja dita que a legislação portuguesa atrapalha qualquer adopção, até ditas "normais". São anos e anos de espera, são consultas como um sem número de especialistas, outro sem número de exames de saúde física e psicológica, é o querer saber todos os detalhes da vida dos potenciais adoptantes até ao exagero.

São homossexuais, e então!? São por isso seres de outro planeta, seres esquisitos ou coisa que o valha? São seres inferiores? São menos capazes do que quer que seja na vida ou o mais importante, de amar incondicionalmente como se ama um filho? Não, não e não, caramba! São seres humanos como quaisquer outros, têm até provavelmente muito mais estaleca para as partidas que a vida prega a todos nós, pois neste País de mentes tacanhas é preciso coragem em dobro para enfrentar a adversidade, para se assumir perante uma sociedade condenatória à partida. No coração ninguém manda, não se escolhe que se ama, não se escolhe ser hetero ou homossexual, gosta-se, ama-se, seja qual for o credo, raça ou sexo.

Porque não podem dar uma vida feliz, em conjunto, a uma dessas tantas crianças potenciais de ser adoptadas? Se a adopção for monoparental, pode (e ainda bem que assim é, que também não temos de ser todos casados só porque sim), casal do mesmo sexo é que não.

Bando de palhaços é o que são os nossos governantes e aqueles que ditam as leis lá do alto de seu palanque!

Os mesmos palhaços que não criam leis em condições para defender aquelas crianças que por azar vêm ao mundo só porque sim, que andam uma infância inteira "ao Deus dará", que sofrem maus trautos e abusos inconfessáveis alguns.

Tristeza imensa, decepção total.   

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publicado às 17:47

Depois de ver este vídeo dos Maroon 5, que acho absolutamente maravilhoso, só me apetece casar outra vez! Gostei, aliás adorei o dia do meu casamento, não mudava nadinha, mas para ter um momento destes fazia tudo de novo. Sugar, o título da música (gira a valer) não podia mesmo estar mais adequado também. Adorei!!!!

 

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publicado às 13:03

Há já alguns treinos que não escrevo o meu corrida report (shame on me), mas devia para mais tarde recordar a minha evolução na corrida. Faço este sobre o treino de ontem, que foi o meu primeiro treino de trail a sério.

Estava entusiasmada com este treino, a minha estreia no trail, pois o trail que se faz aqui no Jamor, quase não pode ser chamado de trail, depois da minha experiência de ontem. Nem a hora, o ponto de encontro era às 08h45m, na Barragem do Rio da Mula na serra de Sintra, nem o frio dos últimos dias me demoveu.

Antes da hora marcada já lá estava e estava mesmo muito frio. Lá fui equipada com casaco, gorro e luvas, só não levei o cachecol porque me esqueci. Logo para começar uma subida valente, não fosse o percurso serra acima, por meio de árvores, troncos e folhas, trilhos e pontes de acácia, tipo percurso de obstáculos. Foi subir, subir, subir, e eu sempre para trás em relação ao grupo. Para trás mas sempre acompanhada por um elemento da crew do Correr na Cidade, claro, porque a política deles é mesmo essa não fica ninguém para trás. Sempre a puxarem por mim, sempre com um incentivo, sempre a dar as melhores dicas. Fizemos várias paragens, ou melhor, o grupo fez, pois esperavam pelo grupo de trás para reagrupar, e assim foi o trajecto todo. Ainda pensei deixar o treino, pois senti-me literalmente como uma empata para o resto do grupo. Mais uma vez, a Liliana prontamente me disse que não senhora, que era tolice, afinal era o meu primeiro trail, era normal eu ficar mais para trás. Se estava cheia de frio ao início, rapidamente aqueci tal foi o esforço físico que fiz e tive de me despir. O Pedro Luís, da crew, foi um querido e na mochila dele guardou o meu casaco, gorro e luvas, bem sabendo que se estava a ser difícil os extras ainda me atrapalhariam mais. Só tenho a agradecer-lhe. Foram quase duas horas e meia de treino, pelo caminho até perdi uma parte da aplicação que uso para registar os treinos, quando me caiu a armband enquanto tirava o casaco. Só dei por isso um quilómetro e tal depois. Foi um treino muito difícil, talvez só comparável ao meu primeiro treino em que pensei que morria. Ontem, alturas houve que pensei o mesmo, exagero bem sei. Até de rabo no chão andei para descer alguns dos pontos mais íngremes de descida, e por duas vezes ia indo ao chão por derrapagem, sendo que numa delas quase trazia o João Figueiredo comigo pois ele estava a ajudar-me a descer e não me largou, aguentou firme e hirto. Fizemos duas paragens de alguns minutos, em dois locais com paisagens de cortar a respiração, particularmente quando paramos na Pedra Amarela, em que a vista é quase de 360º. Impressionante, quase me esqueci do esforço que foi chegar até lá. Não se pense que a descer é mais fácil pois alguns percursos mais inclinados a força necessária para conseguir descer é brutal. A maior dificuldade de todas que senti o percurso todo foi mesmo o calçado inadequado. Não tenho ténis de trail e claro estás que não ia gastar dinheiro para um treino de que não sabia se iria ter continuidade. Escorreguei muitas vezes em alturas que se tivesse ténis de trail não teria escorregado. Fui de rabo ao chão quando os outros não iam, mas era a solução possível. Agora que sei que gostei, vou aproveitar os saldos para arranjar uns ténis, no próximo trail já não me apanham desprevenida. Não me esbardalhei, diz a crew que derrapar não conta :)

Aos membros dacrew João Figueiredo que foi o meu fiel companheiro a maior parte do percurso, à Liliana (mais uma vez a querida Liliana), ao Luís moura sempre a dar um bom conselho, ao Nuno Espadinha, um grande bem hajam e um obrigada daqueles sem fim. Graças a eles sei que vou voltar aotrail na certa, por muito difícil que seja, e se é. Os restantes membros e ao grupo todo, que acaba por entrar no espírito do Correr na Cidade, foram fantásticos, sempre a puxar por mim quando me viam chegar para reagrupar, também só tenho a agradecer.

Treino sintra trail.jpg

Hoje doem-me os músculos das coxas como já não me doíam desde os primeiros treinos que fiz. 

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publicado às 22:08

Ontem aqui o blog esteve em destaque na página inicial do Sapo, com o post que escrevi sobre o tema de que mais de falou e escreveu nos últimos dias. Escrevi por impulso, aquilo mexeu de facto comigo, e pelos vistos alguém achou que era digno de destaque, fiquei mesmo orgulhosa. Como resultado desse destaque o blog ontem teve milhares (incrível, milhares) de visitas e visualizações. Fiquei mesmo surpreendida, nunca antes o blog atingiu tal número de visitas num dia, aliás são precisos meses para atingir os números de ontem. Ena, ena!!!! Obrigada à equipa dos Blogs do Sapo pelo destaques e a todos os visitantes que se deram ao trabalho de ler o que escrevi e espreitar aqui o Nada acontece por acaso.

Destaque Sapo 08-01-2015.JPG

Estatísticas.JPG

 

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publicado às 09:14

Que frio!!!!

08.01.15

E o friozinho que se fazia sentir hoje de manhã quando saí de casa?

Frio.jpg

Há algum tempo que não sentia frio assim. Só mesmo quando morava para os lados de Sintra, para aí há 14 ou 15 anos, me lembro destas temperaturas. Quando saía de casa tinha sempre o carro coberto de gelo, tinha de raspar o vidro para poder andar. Dizem as previsões que o frio vai continuar nos próximos dias. Bom era se este frio significasse que o próximo verão será verão de verdade, com muito calor, coisa que não tem acontecido nos últimos anos.

Eu que devo ser provavelmente a criatura mais friorenta que existe, saí cheia de roupa quase nem me mexia. Odeio frio!!!!! 

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publicado às 21:35

É mesmo isto

08.01.15

Como tão bem diz e melhor desenha Henrique Monteiro, no seu Henricartoon o ataque de ontem foi mesmo um duelo desigual.

Luta Desigual.jpg

 (imagem Henricartoon)

Na sequência do post de ontem tive alguns comentários que muito bem me lembraram do atentado de aqui à uns tempos numa escola do Paquistão, que se devem respeitar todos os credos e religiões. No caso do Paquistão duelo mais desigual também não há de certeza, eram apenas crianças e adolescentes. Claro que em todas as crenças podem haver ovelhas negras e os actos de uns podem não representar todos, mas condenar condeno todos os que sejam dementes ou tenham atitudes extremistas, sejam elas quais forem, até o católico que bate na mulher, mas o exemplos que já tivemos por esse mundo fora, acho que representam bem em que acredita esta gente.

Liberdade de expressão, é pena que alguns não saibam o que é. Neste blog escrevo fazendo uso essa mesma liberdade.

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publicado às 21:12

... para descrever ou escrever sobre o que aconteceu hoje em Paris. Mais um terrível ataque de um povo (se é que se pode chamar povo aquela gente) com crenças que não consigo conceber nem tão pouco respeitar. Eu que me considero agnóstica, ateia, como lhe quiserem chamar, não que acredito em nada nem em crença nenhuma, mas que respeito tudo e todos. Tudo menos esta gente da Al-Qaeda ou quaisquer outros tão extremistas como estes. Esta gente não é crente, é doente, ou melhor demente. Como disse e muito bem François Hollande, este foi mais um "acto de barbárie excepcional" que deixa de luto não só os franceses, mas o mundo inteiro.

Je Suis Charlie.jpg

P.S.: Afinal parece que tinha algumas palavras a escrever sobre isto. Conforme comecei as palavras quase se atropelavam, tal é a minha revolta e incredulidade com os acontecimentos.

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publicado às 21:29

Ano Novo

05.01.15

Tirando o episódio da dor de dentes, entramos muito bem sim senhora. Sossegadinhos em casa os quatro, num jantareco bem simpático, vimos alguns fogos de artifício (aqui da janela de casa conseguimos ver quatro sítios diferentes), vimos a gala do Factor X que os miúdos adoram (e o marido também), brindámos à meia-noite, bem jeitoso.

Dia de Ano Novo foi de descontracção, tudo sem pressas, vimos filminhos e séries na TV, muita ronha e mantinha no sofá que estava um frio horrível. Sexta-feira não trabalhei, foi dia de começar a correr logo de manhã, na melhor companhia, a cria mais nova e dar um jeito à casa. Sábado foi dia de ir ao supermercado e o Domingo foi passado em casa da mana mais nova com um solinho tão bom no jardim da casa e muita conversa, crianças na brincadeira e comida boa na mesa. Souberam a mini-férias estes dias.

Hoje foi dia de regressar ao trabalho, a vontade é que não era nenhuma, mas teve de ser e se tenho trabalho à minha espera. Fim-de-ano significa inventário, fecho de contas e facturação, etc. acrescido com as alterações a que estamos a ser sujeitos com o novo enquadramento da Fundação.

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publicado às 21:08

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