Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]




Nestas férias, tal como tento fazer sempre, reservamos também uns dias para visitar, conhecer e aprender, já diz o ditado que o saber não ocupa lugar. Como tal no 1º fim de semana rumámos à Expo e ao Oceanário e no 2º rumámos a Sintra e à Quinta da Regaleira para ver o Principezinho. Pelo meio, nos dias menos bons (que o S. Pedro ainda não atinou), rumámos até à nossa loja favorita, a Fnac, onde conseguimos passar horas a ler e a descobrir novos livros, a contar histórias, os meninos ainda vêem filmes e todos ouvimos as novidades musicais. Do meu aniversário ganhei um cartão oferta e assim sendo comprei alguns livros que há já algum tempo tinha na calha para comprar (e tantos mais comprava ainda se pudesse, o que eu amo livros, senhores, que perdição).

 

Do Oceanário

Quando chegámos vi o caso mal parado, quase desisti, estavam dezenas de pessoas na fila para a bilheteira, mas o meu propósito era mesmo visitar, como tal mantive-me firme e afinal a fila até andou rápido. Há já alguns anos que não ia ao Oceanário, as bilheteiras e a entrada mudaram de sítio. Está também patente a exposição temporária sobre tartarugas marinhas, que vimos também. Só lamento o preço dos bilhetes ser tão caro, como em quase tudo que sejam exposições, jardim zoológico, badoca, teatros, cinemas e afins, e é uma pena. Confesso que às vezes me retraio deste tipo de programas por isso mesmo, pois que o orçamento não estica, e ao contrário do nosso governo, também não permite desvios, com muita pena minha.

Enquanto à nossa volta a pressa reinava, toda à gente queria ver tudo e a correr, o que me fez alguma confusão, pois acho que o local inspira exactamente o oposto, a nossa visita prolongou-se por cinco horas. Parece muito escrito assim, mas não foi de facto, nem demos pelo tempo passar. Começamos pelas tartarugas (itinerário recomendado e que cumprimos à risca), onde a exposição contava uma história, desde o nascimento em que a cada mil só chegam à idade adulta duas (o que é terrível), as várias espécies, os perigos com que se deparam ao longo da vida e de como estão quase todas em perigo de extinção. Depois passamos então ao Oceanário em si. Vimos tudo ao pormenor, lemos cada sinalética, vimos cada espécie, escutamos cada som, parámos sempre e quando nos apeteceu para ver melhor e admirar cada aquário, do tanque central aos outros ambientes com os temas dos vários oceanos. A manta parecia a dona da companhia, toda vaidosa, não se fazendo rogada de se exibir a cada vidro do tanque, o tubarão tigre metia respeito de grande que era, havia também um que pões ovos (fiquei fascinada, não fazia ideia que uma das espécies de tubarão põe ovos), outro tinha umas marcas de dente de lado (palpita-me que algo não correu muito bem), os meninos ficaram espantados de descobrir que afinal o bacalhau não é espalmado e até tem uma barbicha, as lontras na sua habitual simpatia e sempre na brincadeira, os pinguins com o seu andar castiço, os ambientes do Índico sobressaem pela cor tanto dos corais como dos próprios peixes (lá estavam o nemo e a sua amiga), descobrimos que há corais fluorescentes, entre tantas e tantas outras coisas. Os meninos estavam deslumbrados, e eu confesso que também. Que bom foi redescobrir o Oceanário.

 

 

Ao fim de cinco horas, a fome apertava, e quais turistas malucos, fomos às compras e fizemos um piquenine sentadinhos num banquinho à beira rio. Depois e no âmbito do Festival dos Oceanos vimos duas embarcações antigas, o Santa Maria Manuel, que já não pudemos visitar, que já era o final da tarde e ia fazer-se ao mar, e o Vera Cruz onde pudemos subir a bordo e ouvir as histórias de como era a vida a bordo no tempo dos descobrimentos.

 

 

Do Principezinho

Ora sendo este um dos livros da minha vida, onde tantas verdades se dizem, e das quais nos devíamos lembrar muito mais do que na realidade fazemos, e eu não sou excepção, há já algum tempo que queria ir ver esta peça. Desde maio, quando estreou que lá queria ir, e desta vez fomos. Valeu muito a pena, a peça está em cena na Quinta da Regaleira que já de si é um local mágico, lindo e que nos consegue transportar ao tempo dos príncipes e princesas. A história e em tudo fiel ao livro, mesmo já o tendo lido há alguns anos, relembrei-me de todas as situações. Os actores são apenas quatro e que encarnam os mais variados personagens que interagem com o público e a peça desenrola-se em vários locais da quinta, andando o público pelos espaços também. Para as crianças é fantástico, os meus meninos adoraram. Estão de parabéns a Fundação Cultursintra e companhia de teatro Byfurcação. Aqui de salientar também o preço dos bilhetes (€ 7,50) que sem ser barato, não é também um exagero, e eu através da Letsbonus (site de compras colectivas com descontos fantásticos), comprei com 50% de desconto.

 

 

No final da peça somos convidados a visitar a exposição sobre o autor Antoine de Saint-Exupéry, com peças que são propriedade do Pedro Granger, que é seu grande admirador e da sua carreira.

 

Relembro a que é para mim "a" citação de Saint-Exupéry no Principezinho:

 

"Aqueles que passam por nós, não vão sós, não nos deixam sós. Deixam um pouco de si, levam um pouco de nós."  

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 15:30

Pois que foram muito jeitosas sim senhora. Praia, muita praia, passeio, muito passeio, fotos, muitas fotos, descanso, pouco descanso, sol, o possível pois que S. Pedro continua numa de bipolaridade, muito gelado, muito petisco e tudo e tudo e tudo. 

No primeiro dia de férias, que foi também o primeiro do mês de Agosto, vi o caso mal parado. Esteve um tempo horrível, choveu o dia inteiro e esteve frio, cheguei mesmo a pensar que tinha adormecido no verão, dormido tempo de mais e acordado em Novembro. No dia seguinte, embora o tempo ainda estivesse meio manhoso, não podia deixar que isso me perturbasse, afinal era aniversário da minha mãe, e tínhamos combinado uma bela sardinhada mais o belo do choco frito, na Tasca da Fatinha em Setúbal, que ela tanto gosta, com direito a cafezinho na praia da Arrábida e ainda a passeio pela serra (êta sítio lindo que nem ele só), que nunca cansa, e terminámos o dia com um belo fondue pelo jantar.

No dia seguinte rumámos ao alentejo (não me canso desta terra nunca). Ficámos duas noites por aqui, que sem ser excelente era muito jeitoso e baratinho também. Percorremos de Montemor-o-Novo a Alcáçovas, daqui ao Alqueva passando por Portel, Moura e Amieira, de Viana (onde descobrimos uma antiga Viana, linda mas entregue ao abandono, localizada à volta da estação da CP que está desactivada) a Beja, passando por Cuba, que é linda por sinal, descobrimos que por estes lados também existe uma Casa Branca, vimos muita paisagem, ouvimos o silêncio, vimos estrelas como não há por Lisboa, lindo, lindo, lindo. Preguiçamos também com a piscina por companhia, fizemos amizade com os labradores lá do monte e até vimos uma raposa "doméstica". No regresso fica sempre aquele gostinho de soube a pouco, será que vi e fiz tudo o que podia, e a vontade de voltar essa não passa nunca.

 

   

 

O que eu me habituava a andar sempre a passear por esse país fora. Ah se habituava.

 

Na sexta regressámos cansados, mas felizes, e direitinhos a casa da minha mãe que fez o favor de ficar com a bicharada cá de casa.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 21:57

Bon Jovi

01.08.11

(foto minha)

 

O concerto foi absolutamente FANTÁSTICO!!!!!!!!!!!!!!!!!! Best concert ever!

Superou todas as minhas expectativas e mais algumas. Foram quase três horas de um concerto que nunca irei esquecer. Os Bon Jovi são de facto a banda rock da minha vida. O espectáculo de som, luz e imagem, associados ao concerto, foi incrível. E o amigo Jon está no seu melhor, com 49 anos, que voz, que corpinho Danone, cantou, dançou abanou a anca, e que anca, puxou pelo público e com aquele sorriso, a fazer derreter corações, e aqui na certa não falo só por mim. Cantei, dancei, pulei, e ainda assim saí dali com vontade de mais. Tantas músicas que me trazem tantas recordações, e me fazem lembrar que o tempo não pára nem muito menos volta para trás. Para mim faltou mesmo o "Runaway" e aí sim o círculo estaria completo.

 

 
(foto daqui

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 19:43

35 + 1

01.08.11

 

6ª feira foi dia de festa, pois que foi. Eu não gosto particularmente de fazer anos, ou melhor de festejar o aniversário, mas acabo sempre por me render, e até corre tudo bem, afinal estar com as pessoas de quem mais gostamos e celebrar mais um ano é sempre muito bom, afinal significa que até aqui já chegamos. Este aniversário em particular estava a irritar-me um bocadinho, é bom chegar aqui, mas por outro lado é o caminhar a passos largos para os quarenta, que o tempo não pára por muito que eu quisesse. Em jeito de brincadeira, desde os 35 que digo que até aos 40 não faço mais anos, ou melhor que continuo a fazer 35, e assim foi. Ah e tal.. que tolice, mas já vão sendo uns quantos, que chatice :)

Aí está a foto do bolinho. Para o ano pode ser que me apeteça mudar de ideias, mas duvido.

O dia foi de festa, a noite também, por isso depois do jantar, com a criançada bem entregue, foi dançar e cantar até de madrugada. Este foi de facto um excelente aniversário, como já há algum tempo não acontecia.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 19:03

Pág. 2/2



Mais sobre mim

foto do autor


bertrand


Instagram


2021 Reading Challenge

2021 Reading Challenge
Cátia has read 1 book toward her goal of 12 books.
hide




Arquivo

  1. 2021
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2020
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2019
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2018
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2017
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2016
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2015
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2014
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2013
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2012
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2011
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D
  144. 2010
  145. J
  146. F
  147. M
  148. A
  149. M
  150. J
  151. J
  152. A
  153. S
  154. O
  155. N
  156. D
  157. 2009
  158. J
  159. F
  160. M
  161. A
  162. M
  163. J
  164. J
  165. A
  166. S
  167. O
  168. N
  169. D



Comentários recentes