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Amor electro

29.03.11

Amo esta música.

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publicado às 13:32

E hoje foi mais um dia de calorzinho e do bom, como tenho por hábito dizer. As saudades que tinha disto, um almoço ao sol a "esplanadar" com a minha mãe. A praia estava cheia de gente. Que bom é esquecer os casacos e tudo mais e estar só de t-shirt e calças curtas a apanhar sol, deu mesmo para ficar com os braços e a cara queimadinhos. Não fosse eu branca como a cal que ao mínimo raio de sol fico logo queimada, ou melhor, vermelhinha, é um exagero. Confesso que não pensei que o sol estava tão forte, na próxima já vou de protector em cima. Ah pois é...à primeira caio, na segunda já não me apanham distraída, venha de lá o meu amigo factor 50 (que é o único que me vale no tom de pele que tenho).

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publicado às 19:09

Primavera

19.03.11

Hoje foi o primeiro dia que de facto senti que a primavera está a chegar. Hoje esteve um calorzinho fantástico. Venha mais, adoro sol, adoro calor. Aproveitei e andei feita lagarto ao sol. Fui caminhar, da Casa da Guia até quase ao Guincho e voltei. Depois sentei-me a descansar, que fiquei toda moidinha, e ali me deixei estar quase duas horinhas ao sol, a relaxar, a ler e a ver a o mar. Muito bom.

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publicado às 20:12

Sobre ser pai

18.03.11

Li este texto nos Dias Úteis, o blog do Pedro Ribeiro, que sigo com imenso gosto. O comentário ao texto, e ao Pedro, saiu-me naturalmente.

 

"Ser director do Metro é uma responsabilidade e um desafio, mesmo que seja apenas  por um dia. Estou habituado a sons e a minutos, a palavras ditas, não tanto a palavras escritas , paginação, número de caracteres, hora de fecho.

Mas ser o director do Metro, na edição dedicada ao dia do Pai, torna a coisa mais leve, curiosamente. Porque é um território de grande conforto, e mesmo aconchego, para mim. 

Se há coisa que eu sei que faço bem, é esta coisa de ser pai. Mesmo.

Sinto, aliás, que é algo que me corre nas veias, de uma forma muito particular, como se, antes dos meus filhos terem nascido, eu já fosse, de alguma maneira, Pai sem saber.  

Não se é Pai de um dia para o outro. Nasce-se pai. Está em nós, naquilo que somos e vamos ser. Esta forma de olhar os filhos com igual encantamento e sentido da imensa responsabilidade. Nasce-se com este respeito pela Infância, por essa altura da vida que tudo define para o que virá depois. 

Os dias em que os meus filhos nasceram estão gravados na minha memória como se tivesse sido agora mesmo. Estive lá, cortei cordão umbilical, e cumprimentei-os à chegada, “Olá, eu é que sou o teu pai”, em lágrimas boas, a 14 de Julho de 2000 e a 25 de Junho de 2003, na Maternidade Alfredo da Costa.

Brincar com os meus filhos, ajudá-los nos TPC’s, dar-lhes a mão quando estão com medo, cozinhar para eles, rir com eles, adivinhar-lhes  ansiedades e alegrias mesmo sem ser preciso dizer nada, estar presente em  todos os momentos mágicos que aquecem a existência, seja num jogo de futebol do puto, seja a ouvir a miúda a cantar músicas de Natal na Escola. Ou então a falar dos irmãos que hão-de vir, qualquer dia. 

Não falte à festas do dia do Pai, nunca! E saiba que o dia do pai expande-se, o dia do pai são muitos dias, são todos os dias. E digo isto, mesmo estando este ano a sofrer de uma certa angústia: amanhã vou estar a trabalhar, e só vou estar com os meus filhos mais tarde. 

Não imagina o que isso me afecta!

Um poema de José Carlos Ary dos Santos, que me é muito caro, diz que um filho “é ver-se um homem prolongado, das raízes da terra até ao céu. Meu filho, minha vida, és meu sangue e meu caminho, meu pássaro de carne, meu amor”.É isso mesmo. 

Eu sou um Pai que ama cada segundo que passa com os seus filhos, que se comove com os dois, e que agradece a Deus, todos os dias, a sorte de ser Pai de duas crianças tão extraordinárias.

O Gonçalo, implacável ponta de lança, uma criança espertíssima e espantosa que me maravilha com o seu coração imenso, o seu olhar malandro, a sua vivacidade, curiosidade que é sinal de inteligência, tremenda inteligência emocional, instinto de Amor em estado puro!

A Mafalda, super aluna, coreografa de danças à frente ao espelho (“Ò pai, estás aí a espreitar não estás?”), aqueles olhinhos de meiguice, aquela forma tão Pai de olhar para dentro, aquele elo única entre as filhas e os pais. Saber que, quando se abraça a mim, está naquele abraço todo o amor que há neste mundo.

Desde que nasceram que temos um ritual nas viagens de carro: eu estendo a mão para o banco de trás e eles agarram-me a mão, à vez, às vezes rindo outras nada dizendo. Eles sabem. Quero aquelas mãos nas minhas, pelas tantas viagens que vamos fazer pela vida fora. Aquelas mãos nas minhas são a vida. Ser Pai faz de mim uma pessoa melhor, a cada dia. 

Hoje, dia do Pai, quero pedir aos leitores do Metro para olharem para os vossos filhos, quando eles não estiverem a ver. Hoje. Olhem para eles, a crescer, a agarrar-se aos dias, a aprender a viver. Não são maravilhosos? São, de certeza.

Se não está agora junto dos seus filhos, pegue no telemóvel e ligue-lhes. Se eles estão aí consigo, dê-lhes um abraço e um beijo, de coração, e diga-lhes como eles são extraordinários. Sim, agora. Os afectos são sempre urgentes.

Saiba o leitor estar sempre à altura desta dádiva que é ser Pai. Saiba desfrutar deste privilégio exigente, desta oportunidade de construir felicidade, num amor incondicional e eterno, saiba estar presente quando isso é imprescindível, e perceba que um Pai ensina, mas só é Pai a sério se souber aprender com os filhos. Não desperdice esta oportunidade de se sentir feliz. E saiba estar grato por ela. 

Parabéns, Pai, está a ir bem." 

 

Estou sem palavras, literalmente lavada em lágrimas. Isto sim é ser PAI. Por mim que nunca tive pai e pelos meus filhos que têm um pai que pouco mais faz do que cumprir calendário, este texto tocou-me bem no fundo do coração num ponto muito, muitíssimo, sensível.

Da criatura excepcional que foi o meu avô, que fez o melhor que soube o papel de pai, nunca me esqueço ou esquecerei. Era para ele que fazia sempre os meus trabalhos da escola para o dia do pai.

 

Ao grande Pedro Ribeiro, que é uma pessoa que muito admiro, um imenso bem haja! Grande PAI.

 

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publicado às 14:02

 

 

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publicado às 22:26

...assim só porque sim. É só ter uma consulta de neuroftalmolgia no H. Egas Moniz, que está diga de passagem pior a cada vez que lá vamos.

A Bárbara tinha a consulta marcada para as 9h30, e eu sabendo que ali o serviço administrativo é sempre mau, fui meia hora mais cedo para atempar a inscrição. 1º compasso de espera - demorei uma hora e quinze só aí. Hoje de facto ultrapassou qualquer limite de razoável.  2º compasso de espera - só fomos chamados para a consulta eram 11h35. 3º compasso de espera - foi necessário fazer dilatação dos olhos, das 12h05 às 13h15. 4º compasso de espera - foi necessário realizar um exame de seu nome OCT (e assim aproveitar o facto de já estarem os olhos dilatados - achei bem, claro) e aqui foi onde esperámos menos, 15 minutos apenas. O exame em si é que foi demorado. Saímos do hospital eram 14h25. Um must, é o SNS que temos.

Resumindo e baralhando, a Bárbara não foi à escola sequer, eu cheguei ao trabalho eram 14h45 e depois porque o trabalho não deixa de ter de se fazer fiquei a trabalhar até às 21h00.

É desesperante, ainda mais quando esta é a minha realidade constante, pois devido aos problemas de saúde da Bárbara passo horas infinitas em hospitais e respectivas salas de espera, sendo sem dúvida o maior tormento para nós o Egas Moniz.

Só me vale de facto, e muito, saber que ela é muitíssimo bem acompanhada por médicos que considero excepcionais (eu e quem tem conhecimentos na área).

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publicado às 21:51

O que eu odeio, ou melhor, abomino mesmo, as tarefas diárias não tem explicação. Cruzes, credo!

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publicado às 19:10

Sismo no Japão

11.03.11

Ao acordar ouvir e ver a imensidão da devastação e desgraça no Japão é indescritível. Senti arrepiar-me até a alma. Vi o tsunami em directo. Como é que é possível? Anda um mundo inteiro, quase, em guerras, constantes disputas por tudo e por nada ou só pela ganância e prepotência dos "grandes líderes" mundiais. Para quê? Para nada. Contra a força da natureza não somos nada, nadinha. Nem que venha de lá o mais pintado.

 

Estas serão imagens que de facto nunca mais esquecerei, por cem anos que viva. Tal como o foram as imagens de outras grandes demonstrações de força da natureza, como o Haiti, a Indonésia, a Turquia, o Chile entre tantas outras.

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publicado às 14:15

"For what it's worth, it's never to late...or in my case, too early, to be what you want to be. There's no time limit, you start whenever you want. You can change or stay  the same. There's no rules for this thing. You can make the best or the worse of it. I hope you make the best of it. I hope you see things that astonish you. I hope you feel things you never felt before. I hope you meet people with a different point of view and I hope you have a life that you are proud of. And if you think you can't do it, I hope you have the strength... to start all over again." - The Curious Case of Benjamin Button

 

I just need to remember this more often. Everything is possible...always. Nobody said it is going to be easy... but is possible. 

 

(foto daqui)

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publicado às 22:04

...

09.03.11

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publicado às 13:29

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