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Adoro fazer mudanças, dentro de casa, bem entendido. É mesmo em jeito de síndrome. Qual doença. Quando me apanho sozinha em casa, às vezes dá-me para isto. Outras vezes mesmo com as crianças em casa, siga, lá vai mudança. No último fim-de-semana sem crianças e com um dedo partido, deu-me uma veneta e toca a mudar o meu quarto e a sala. Quando estou um cadito mais “em baixo”, serve-me de terapia. Mudo daqui para ali, dali para acolá e quando termino, estou fresca que nem uma alface. Animada, bem-disposta e satisfeita com as alterações feitas! E se me farto de experimentar, e quanto maior o desafio mais resulta a terapia. E depois fica aquele orgulho por mais uma vitória, afinal quando me dá para isto faço as mudanças sozinha. E só assim é que sabe bem. Com as crianças a terapia não é tão eficaz, mas ainda assim funciona.

É preciso é mudar, sempre mudar e para melhor, claro!

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publicado às 23:18

Um dedo partido

25.09.09

Só comigo. Mais ninguém parte um dedo, pelo menos entalado na porta do carro. F3 D2 mão esquerda, como dizia o relatório da urgência do HSFX, isto é a falangeta do dedo indicador. Agora dá-me para rir, mas na hora…doeu-me horrores. Os colegas gozam-me, em jeito de brincadeira dizem que pareço um E.T. que tenho uma antena nova para o telemóvel.  Não os condeno, até eu sinto isso.

Uma ida ao shopping, atrás de umas sandálias para levar ao casamento de uma amiga no dia a seguir. Belas fotos as do casamento de dedo partido para a fotografia numas, noutras a esconder. É o que dá andar sempre a correr sempre em stress e a querer fazer tudo ao mesmo tempo. O elevador do vidro do carro avariado, o cinto que fica preso na porta, e quando o estiquei fechei a porta antes de tirar a mão. Zás!!!! Já está! Porta fechada, dedo entalado. Abri a porta, dedo torto, de imediato ficou negro e com ferida na unha, dores lancinantes (tinha outro filho de 4kgs como o meu). Foi horrível. Conforme olhei e senti, pensei “ok, desta não me safo, o dedo está partido”. Dito e feito. Mais uma das minhas peripécias do dia-a-dia.

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publicado às 23:03

António Feio

25.09.09

Esse actor que tanto admiro, com tantos personagens tão admiráveis quanto ele, que me marcaram desde que me conheço como gente. No passado sábado vi uma entrevista na SIC que dificilmente esquecerei. Que me trouxe tantas lembranças desses ditos personagens.

Foi uma entrevista na qual se já admirava fiquei a admirar ainda mais o António Feio. O António Feio, pessoa, com defeitos e virtudes, como qualquer outra pessoa. Que está doente e fala abertamente sobre isso, ao contrário de tantos outros. A forma incrível como encara a grave doença que tem e a perspectiva de uma vida que se pode revelar curta, muito curta. Que fala da própria morte, da morte dos que lhe são mais queridos, como a irmã. Que fala de si, dos seus personagens, dos outros de tudo e de nada. Fez-me pensar, mesmo a sério, sobre o que é a condição humana, o que pode vir a ser … Mesmo eu achando que já tinha alguma consciência sobre isso. De como quando estamos bem, não nos lembramos que amanhã podemos não estar. De como devemos valorizar sempre e ao máximo quem e aquilo que temos, e não queixarmo-nos do que não temos.
Fez-me pensar na minha própria vida e de como nada acontece por acaso e tudo o que aprendi com tudo o que já passei. Nada acontece por acaso, felizmente hoje penso assim. Lições de vida é o que tiro de tudo o que me acontece, bom, mau ou assim assim.
http://sic.sapo.pt/online/video/programas/alta-definicao/2009/9/antonio-feio.htm

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publicado às 22:27

Bem sei que não traz mal ao mundo, mas que o facto de não ter o telemóvel nos dias que correm me perturba, perturba. E de sobremaneira. Ainda por cima para terminar um dia mesmo difícil. É impressionante pensar que às uns anos atrás nem nos passava pela cabeça virmos a ter um objecto que dá pelo nome de telemóvel e hoje somos totalmente dependentes do mesmo. Por mim falo claro, e acredito não ser a única a sofrer deste mal. Depois de um dia de corre, corre, sem telemóvel e a fazer tanta falta. Ainda por cima a ser preciso ligar para o ATL a dar a autorização de saída, pois não sou eu a ir buscar a criança. É sempre assim, quando não temos o dito objecto toda a gente precisa de nos telefonar ou nós de telefonar a alguém. Há sempre qualquer coisa que ficou por dizer, um recado que ficou por dar.

Parece que falta uma parte de mim, não sossego até puder olhar e ver, neste caso concreto depois de um dito dia de loucos, a quantidade de chamadas não atendidas e mensagens deixadas pelo caminho.

Enfim… um mal como qualquer outro, nos males dos nossos dias.

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publicado às 22:11

Sempre a correr

25.09.09

Um dos males da sociedade em geral e que todos ou quase, de uma forma ou de outra sofremos na pele no dia-a-dia. 3ª feira foi um desses dias de loucos, sempre a correr desde que me levantei até às 22h30, quando finalmente consegui sentar-me um bocadinho, e ficou tanta coisa para fazer. Mas não deu para mais. Que bela hora se me lembrar que o dia começou às 6h45. Ufa… lá deu para respirar fundo. Entre a corrida da manhã para me despachar, mais os miúdos e o cão (leia-se cadela, mania a minha de dizer o cão) a corrida para as escolas, uma ida a uma consulta no Hosp. de Santana (atribulações de um dedo partido, fica para outro post), o trabalho que não pára quando lá não estamos e não dá tempo quase para respirar, e a terminar uma reunião na escola do mais novo, claro que em hora ainda de trabalho e que dura duas horas e meia. Assunto fulcral, a Gripe, claro está!  É grave, claro que sim, mas já não posso ouvir falar da gripe. Acho que por todo o lado já se exagera no que à gripe diz respeito. Numa reunião de início de ano, com tantos assuntos tão mais importantes a discutir…

Mais o telemóvel que fica entretanto esquecido com a pressa para sair. Mais uma volta, mais uma viagem. Corre, corre…, sempre a correr. Só me vem a ideia um dos livros dos meus filhos intitulado “Corre corre, cabacinha”, de Eva Majuto, com ilustrações de André Letria (OQO Editora).

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publicado às 21:56

Estava difícil, mas já está, finalmente consegui! Estou muito orgulhosa deste que é o meu primeiro blog, onde posso escrever o que me der na real gana, de bom, de mau, só porque sim ou porque não. E porque Nada Acontece Por Acaso, para aqui divagar também um bocadinho sobre tudo o que acontece e com isso aprender lições de vida e tirar partido do que já é bom por si só. Acredito plenamente que tudo o que nos acontece tem uma razão de ser.

Entre um título que me enchesse as medidas, as personalizações básicas e intermédias (para mim, leiga no que a blogues diz respeito), experimentar e espreitar se era mesmo assim que me agradava, enfim... e uma imensa vontade de escrever, cá está finalmente "Nada acontece por acaso". O meu blog!!!! 

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publicado às 21:46


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