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A greve é um direito dos trabalhadores, isso é inquestionável, mas o direito a não fazer greve também. E disso os anormais dos piquetes de greve parecem esquecer-se. Afinal vivemos ou não em liberdade? Acham-se donos e senhores da verdade absoluta, mas não são, e ainda insultam e agridem quem por livre vontade (ou até talvez não, sabemos lá nós da vida de cada um), mas opta por não fazer greve.

E que raio foi aquilo em frente à Assembleia da República!? Que gente tão mal formada, tão estúpida tão burra e tão pobre de espírito. São os polícias, que apenas cumpriam o seu dever, que têm culpa da situação do país? Porque raio tinham de se sujeitar a ser apedrejados, agredidos, insultados e tudo mais? Aguentaram, aguentaram até mais não e depois agiram, não sem prévio aviso, e agiram muito bem. Quem quisesse sair tinha saído, caramba. Obvia e tristemente depois há os excessos que dão no que dão. Não é nem será nunca com este tipo de manifestações que se conseguem atingir os objectivos. Pessoas e carros apedrejados, caixotes de lixo e caixas multibanco incendiadas, um rasto de destruição e violência como não há memória, mas o que é isto!? Onde é que nós estamos? A violência só gera violência. Ainda há tão pouco tempo tivemos a prova disso, quando no dia 15 de Setembro se juntaram 800.000 mil pessoas naquela que é considerada a maior manifestação de que há memória no nosso país, na altura contra a TSU, e resultado? A medida recuou.

Não me revi naquelas pessoas que diziam lutar por um país em crise, por melhores condições, etc. Aquilo para mim não é lutar. É triste, mas a única coisa que conseguiram foi ser vencidos e perderem a razão.

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publicado às 15:42



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