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Estou por estes dias a experimentar os cafés frios da Starbucks. Ou melhor apreciar porque já conheço a marca e estes cafés. São maravilhosos e dão para desfrutar em qualquer lugar. 42116010-3AB5-4E04-BBF3-ABA8F6CE360A.jpeg

O Cappuccino frio é perfeito para acompanhar o pequeno almoço num dia de calor. Em casa, na rua ou no escritório, a bebida perfeita para refrescar e saborear.

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O Puto cá de casa é intolerante à lactose, mas até para ele as bebidas frias da Starbucks têm alternativa. Os skinny latte sem lactose são a opção para ele e o mais importante, ele adora :) .

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O meu preferido de sempre é o Caramel Macchiato, seja frio, seja quente adquirido na loja. Sou super fã.

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Já o preferido da filha foi o caffe latte. Suave e menos intenso no sabor a café. 

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Os frappucinos são para mim a completa novidade nesta modalidade. Levei para a praia (dentro da geleira, claro) e souberam mesmo bem num dia que foi perfeito.

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publicado às 19:53

08.08.2021 foi primeiro dia de pé na areia este ano. Finalmente. Este ano tardei a praticar a arte de praiar. Com muita pena minha a água estava gelada, mas eu ainda assim fui dar uns mergulhos. Se é para praiar é com tudo e eu feita doida fui a banhos mesmo com sacrifício. O dia, tal como estes últimos, não estava por aí além e o calor também não era muito. Foi o dia de praia possível. 

O marido não tem férias de verão porque mudou de trabalho e temos de aproveitar os fins-de-semana. Como queremos continuar a fugir de confusões e muita gente junta, a opção foi só ir à praia aqui que sabemos que estamos longe disso mesmo. 

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publicado às 23:54

Este ano o meu aniversário foi diferente e passado longe do marido e da filha mais velha. Estava de férias com a cria mais nova, já que eles estavam os dois a trabalhar. A vida tem destas coisas e nem sempre tudo corre como planeamos. Aliás raramente corre como planeamos, o mais provável e sermos fintados e acontecer o que tiver de ser, mesmo o que menos esperamos. Já diz o nome deste blog, nada acontece por acaso.

Foram quarenta e seis voltas ao sol num local lindo e na companhia de amigos que são família. Regressei a casa no dia seguinte e à chegada tinha este bolinho catita para comemorar com o marido e a filha também. 

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publicado às 23:40

O destino principal das minhas férias foi Monsanto, em tempos conhecida como a aldeia mais portuguesa de Portugal. É uma das freguesias do município de Idanha-a-Nova e considerada uma das doze Aldeias Históricas de Portugal. Foi, dos vários locais que conheci, o mais bonito. Cada recanto um encanto, sentimos a história que envolve a aldeia. Do alto do castelo as paisagens são de cortar a respiração e vão a perder de vista até onde o olhar alcança. 

Ali podemos encontrar a casa Zeca Afonso, a casa Fernando Namora que ainda hoje pertence à família, a casa que foi do Curado Ribeiro, e tanto mais para descobrir. Fontes não faltam com água sempre fresca para estes dias de calor. À noite vimos estrelas num imenso céu, onde a poluição luminosa não existe. Vimos até uma lua vermelha incrível. 

Que privilégio puder estar estes dias por ali em casa de amigos, guias turísticos personalizados, conhecedores como ninguém deste local mágico. O descanso foi pouco porque há tanto para conhecer nesta zona, mas a cabeça espaireceu bastante e consegui não pensar em trabalho. Fizemos caminhadas imensas, comemos bem e bebemos ainda melhor. Também deu para piscinar numa aldeia ali perto, Salvador. O preço quase irrisório (€ 3,00/dia) com todas as comodidades e tudo sempre impecável.

Portugal é sem qualquer dúvida um País lindo com lugares absolutamente extraordinários. 

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publicado às 17:17

Estive uma semana de férias. Infelizmente e por vicissitudes apenas uma semana. Este é o segundo ano consecutivo que assim é. E como eu estava a precisar de férias, de desligar completamente, sem pensar que é melhor dar um olhinho no email. Estava a dar em doida com o ritmo de trabalho dos últimos tempos, ao ponto de equacionar largar tudo e o que vier logo se vê. Diz o ditado que a sorte protege os audazes. Não consegui ser audaz assim, mas a vontade essa ainda não passou. A ver vamos o que me espera nos próximos tempos. 

O blog, esse e por consequência, esteve completamente ao abandono nos últimos meses. Em quase doze anos de blog nunca estive tanto tempo sem publicar nada. 

As férias foram excelentes, o descanso foi pouco, mas o que ganhei em conhecimento valeu pelo descanso que não tive. O destino foi a Beira Baixa, mais concretamente Monsanto, mas visitei muito mais ali à volta. Deu para conhecer, explorar, piscinar, conviver, comer e beber, tudo q.b. Foi uma semana com sabor a pouco mas muito muito boa.

 

 

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publicado às 15:24

Dia da Família

15.05.21

Hoje é o Dia Internacional da Família. Vi por essa internet fora um sem número de publicações sobre respectivas famílias. E parei para pensar na minha, ou melhor no quanto a minha família se alterou ao longo da minha vida. Até aos dois ou três anos estive com os meus pais. Por essa altura o meu pai abandonou o barco, que é como quem diz deixou a minha mãe à sua sorte com uma filha pequena no colo. Daí até passar a viver só com os meus avós foi um virar de página.  A minha mãe foi à vidinha dela e éramos só os três, avós e neta. Valeu-me na infância os Verões na terra da minha avó com primos e tios que só via naquela altura. Foram momentos muito felizes. Aprendi imenso entre animais, terras cultivadas, pomares e tudo o mais. Bons tempos e tantas saudades. Mais tarde fui eu e o meu avô e depois também a minha mãe. Éramos os três da vida airada. Pelo caminho uns quantos companheiros que a minha mãe introduzia na equação. 

Cresci e fui à minha vida, juntei-me com o pai dos meus filhos que tinha uma família grande. Natais e aniversários éramos sempre mais que muitos. E chegaram as crias, primeiro uma e depois outra, e fomos os únicos a ter filhos na família. Foram bons tempos. Não há bela sem senão e a família desmembrou-se com a nossa separação, ou melhor eu afastei-me, os meus filhos sim continuam a ter uma família grande. O tempo resolveu as mágoas e hoje (ou melhor até ao covid), nos aniversários dos miúdos juntávamos todos, ou quase todos, novamente. 

Pelo meio vivi só com os meus filhos durante cinco anos. Foi difícil, mas tenho um orgulho imenso do que consegui nessa altura. Aproximei-me da minha mãe novamente. 

Hoje e desde há oito anos, quase nove, a família é diferente outra vez. Casei e cá em casa somos quatro. O marido tem uma família bem grande também, mas as afinidades são diferentes com uns e outros estão longe. 

Em 2014, 6 meses antes da minha mãe falecer, a vida trouxe-me duas irmãs que sabia ter, mas por motivos alheios não nos conhecíamos. Sabe Deus escrever direito por linhas tortas. Não fossem elas e estaria completamente só no mundo, filhos à parte, claro. Manas de  quem gosto muito e damo-nos lindamente. Afasta-nos a distância, cada uma na sua zona do País. E a vidinha de cada uma também não nos permite estar juntas mais vezes.

São dois núcleos distinstos e quando nos juntamos com uns e com outros é uma festa e é sempre tão bom!

O núcleo duro somos nós cá em casa e é a família que considero minha, com os seus altos e baixos, coisas boas e outras nem tanto assim.

É a vidinha a acontecer e a família vai-se alterando sem querer.

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publicado às 20:32

Este ano horribilis continua a fazer das suas. Acabei de ler a notícia do falecimento da Mara João Abreu... ainda estou em choque...

Bem sei que estava hospitalizada, em estado grave, mas caramba, achei sempre que ultrapassaria mais esta dura etapa da sua vida.

Admirava assim como ao seu trabalho. Que perda imensa... mais uma neste ano que não para de aprontar....

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imagem holofote.sapo.pt

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publicado às 13:58

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Comemora-se em Portugal no primeiro Domingo do mês de Maio, mas nem sempre assim foi. Inicialmente era no dia oito de Dezembro, dia da Imaculada Conceição.

Embora no mundo há muito se comemore este dia, a história leva-nos até à antiga Grécia ainda antes de Cristo. Em Portugal a história leva-nos até à década de 50 do século passado quando a Mocidade Portuguesa Feminina decidiu instituir o Dia da Mãe fixando-o a oito de Dezembro. 

Pelo aproveitamento comercial da data conduzia, porém, ainda antes de 1974, a Conferência Episcopal Portuguesa pediu à Mocidade Portuguesa Feminina que o Dia da Mãe fosse deslocado para outra data, a fim de permitir que o 8 de Dezembro ficasse exclusivamente ligado a Nossa Senhora, padroeira de Portugal, tendo o pedido sido aceite e num primeiro momento, marcado para o último domingo de Maio, uma vez que, na tradição católica, Maio é o mês de Maria, mãe de Jesus. Só depois e porque no último Domingo de Maio ocorrem a solenidade de Pentecostes ou da Ascenção, se fixou a data no primeiro Domingo de Maio no qual, pelo calendário litúrgico, não ocorre nenhuma festa de especial importância. E assim é até aos dias de hoje.

Ainda me lembro bem da minha avó dizer sempre que este dia é que devia continuar a ser a oito de Dezembro. 

Curiosidade: pelo mundo esta data é comemorada em diversas datas.

tabela_dia_da_mae3147c5d1_base.jpgimagem e mais desta história aqui

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publicado às 19:35

É tão, mas tão lindo isto 

Impossível ficar indiferente a esta música e a esta letra. E claro impossível não derreter com a participação destes dois colossos de artistas, Eunice Muñoz e Ruy de Carvalho.

Todas as histórias de amor deveriam ser assim, até sermos velhinhos.

Ouvi pela primeira vez na Rádio Comercial e depois vi o vídeo no instagram da Rita Rugeroni. Já o cantor, Rogério Charraz, nunca tinha ouvido falar, não faço ideia quem seja, mas que tem uma voz que encanta lá isso tem.

Não resisto a partilhar esta música que ando a ouvir em repeat nos últimos dias.

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publicado às 21:38

Vergonha, muita vergonha é o que o que consigo sentir quando oiço e vejo as notícias sobre a vacinação à Covid-19. Infelizmente o que está a acontecer foi precisamente uma das coisas que previ que iria acontecer. Vergonha e tristeza. Porque raio há malta que acha que pode tudo, caramba? Ninguém quer ficar doente. Todos, ou quase todos, queremos a vacina. Eu quero, sem dúvida, para mim e para os meus. Mas nada me dá o direito de passar à frente de ninguém e de não cumprir um plano que está implementado. Como o nome indica, é um plano. Temos de aguardar a nossa vez. 

São autarcas, são funcionários da Segurança Social, entre os que se sabem. Nem quero imaginar os que não chegam a ser notícia, que conseguem passar "pelos pingos da chuva". Vergonha, muita vergonha, infelizmente o reflexo do País que temos, do chico espertismo, do desenrascanço tuga. País de brandos costumes dizem, mas na hora de aflição pelos vistos e tristemente, vale tudo.

Calma, muita calma nesta hora gente. As vacinas vão chegar a toda a população, diz o governo. Eu acredito e aguardo a minha vez pacientemente. Até porque a vacina só por si não salva ninguém. É uma protecção não um milagre. O mais importante é continuar a cumprir regras, a confinar, a sair apenas e exclusivamente quando necessário, usar sempre, mas sempre máscara, lavar as mãos a todo o instante, manter o distanciamento. Prevenir, prevenir, prevenir, isso sim deve ser feito. 

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publicado às 13:34


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