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Foi há pouco que ao abrir as redes sociais li, com incredulidade, a notícia do falecimento da Tina Turner. 

É o que é, o sol quando nasce é para todos, e a vidinha acontece todos os dias, mas a morte de pessoas famosas que acompanhámos uma vida inteira causa algum impacto. Pelo que li, Tina Turner faleceu de doença prolongada (a sério que ainda não se tratam os bois pelos nomes?!?!), que é como quem diz, lutou contra o cancro e perdeu....

Cresci a ouvir Tina Turner e confesso que tenho um guilty pleasure ainda hoje pela sua música. Das músicas que mais recordo, destaco The Best, claro, e Private Dancer.

O mundo em geral e o mundo da música em particular ficam mais pobres, sem dúvida. Foi uma mulher muito à frente no seu tempo, com uma história de vida e tanto e dona de umas pernas lindas, absolutamente invejáveis. Para sempre ficará na história da humanidade.

Até sempre Tina Turner. 

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publicado às 22:53

... ou melhor, aqui está em questão o metro de Lisboa.

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Não, não é uma fotografia “instagramável” que é como quem diz das que ficam bonitas no feed do instagram ou de qualquer blog. É a realidade de um final de dia, eram 19h05 de hoje, na estação de metro do Cais do Sodré para quem quer regressar a casa no final de um dia de trabalho... C-A-O-S é o que posso dizer sendo simpática.
Adorava ver um qualquer dirigente político ali naquela hora…
Vergonha de um país que está a tomar este rumo.

Bem sei que as obras são necessárias para se melhorar no futuro, mas assim está demais... As informações que constavam no site do metropolitano de Lisboa aquando do início destas alterações estão longe da realidade dos factos, infelizmente. 

Eu que tomei a decisão, no início deste ano, de passar a andar de transportes públicos, tenho tido azar. Greves da CP em Fevereiro, Março e Abril. Ainda em Abril as primeiras alterações na circulação do metro, que quase me faziam ir ao Porto para chegar de Odivelas ao Cais do Sodré e agora durante dois meses este caos anunciado que se prevê até Julho. Não sei se desista e volte a andar de carro pelo menos em Junho, já que entre feriados e dias em teletrabalho vou menos vezes para Lisboa. Estou a ponderar.

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publicado às 22:45

Na sequência do meu anterior post sobre o cabaz de produtos com IVA zero, obtive alguns comentários, uns esclarecedores, outros pouco simpáticos e outros ainda a roçar a má educação e como tal não chegaram a ver a luz do dia que é como quem diz a ser publicados. Mas o que me leva a voltar a escrever sobre o tema é a aprovação pelo parlamento das medidas que levarão à entrada em vigor do cabaz com IVA zero. Notícias no ECO e no Público. Curiosamente neste mesmo dia há também a notícia (que todos nós podemos comprovar numa ida ao supermercado e que eu já tinha abordado) de que os preços voltaram a subir e que a tendência é que assim continuem. Se eu já achava que o reflexo na carteira dos portugueses seria pouco ou nenhum, agora então tenho a certeza.

Voltando à medida agora aprovada, entrará em vigor dia 18 de Abril e manter-se-á até 31 de Outubro. A ver vamos o que isto dá.

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publicado às 16:43

Apregoou-se aos sete ventos, mais comunicação social e tudo e tudo que o governo aprovou uma lista de alimentos com IVA de 0% para fazer face à inflação e ajudar os portugueses. Aqui podemos conhecer o referido cabaz alimentar com IVA zero

Questiono se sonhei ou era a partir de Abril que esta medida entrava em vigor. Hoje dia três, fui ao supermercado e da dita lista comprei vários produtos, a título de exemplo: massa, arroz, brócolos, laranja, maçã, manteiga, iogurtes. Só não vi foi nada com IVA zero no talão do supermercado. Preços mais altos, isso vi em vários produtos, aliás é o que mais se vê, seja em bens essenciais ou não. Irá a medida entrar em vigor mais à frente? E até lá, quantos aumentos mais acontecerão entretanto?

Outra questão que se me coloca é: irão os distribuidores baixar os preços dos ditos bens devido à redução do IVA? Tenho muitas dúvidas, confesso. Quer parecer-me que a diferença fica no bolso dos distribuidores, isso sim.

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publicado às 21:38

Primavera

22.03.23

Pede o sapinho, ali na área de gestão do blog, para festejar a Primavera, que publiquemos uma foto de uma flor, seja na jarra lá de casa ou de um jardim. Na impossibilidade de uma foto actual volto a publicar uma fotografia de uma jarra com flores colhidas por mim num passeio campestre. Adoro este tipo de flores e fazem um arranjo lindo que me leva às memórias de infância.

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E depois enquanto procurava no arquivo esta fotografia, descobri esta outra bem mais recente e com uma importância tremenda na minha nova vida. Não fossem rosas vermelhas o símbolo da paixão. 

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publicado às 21:53

Neste fim de semana pelo Porto fiz questão de revisitar a Livraria Lello e só consegui à segunda tentativa. As filas eram intermináveis e como tal optei pelos vouchers adquiridos online e assim evitei as filas. Recomendo esta opção, mesmo com a desorientação do funcionário que está a controlar as entradas e que acaba até por gritar com quem tenta obter uma informação.

Se da primeira vez que visitei a Livraria em 2016 fiquei absolutamente maravilhada, desta vez decepção é a palavra que se impõe. Tristeza até também. Para já os "bilhetes" se assim podemos chamar, estão consideravelmente mais caros. Certo é que são dedutíveis na compra de um livro, mas aqui é que a porca torce o rabo... o difícil é adquirir um livro ali.

Dentro da livraria havia pessoas a mais, quase irrespirável até. As pessoas atropelam-se para a fotos "instagramáveis" e nem olham à beleza da própria livraria ou aos espaços temáticos expositivos (onde por isso se consegue respirar um pouco melhor). Penso que deveria haver um controlo do número de pessoas dentro do espaço. Para quem quer de facto ver e comprar livros a tarefa é quase hercúlea. Os "livreiros" ou melhor funcionários da livraria pouco sabem de livros... que ideia a minha achar que era preciso saber um bocadinho do tema para se trabalhar ali... Como exemplo, a funcionária a quem me dirigi a pedir informações não sabia quem era Isabel Allende. A Lello está completamente focada nos livros de edição própria, clássicos principalmente, dando-lhes a primazia e o destaque, logo seguido pelo merchandising da própria livraria e de alguns temas como "O Pequeno Príncipe". Depois grande destaque para os vencedores do Prémio Nobel e os candidatos não vencedores.

Literatura inglesa pouca variedade, autores portugueses, idem, não vi um único livro de Afonso Cruz, João Tordo ou José Luís Peixoto, por exemplo. Outros havia, mas... deixava a desejar para o que eu tenho como referência de uma livraria. Julgo até que actualmente o core business deles é mesmo o turismo e pouco a venda de livros, a notar pela fila para a caixa que não havia. Zero pessoas a adquirir livros.

A Livraria continua linda, mas é quase impossível apreciar a visita com tanta gente em simultâneo. Fiquei decepcionada nesta visita, essa é a verdade.

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publicado às 13:11

Este fim de semana regressei ao Porto e constatei mais uma vez que é uma cidade que não me canso de visitar. Gosto mesmo desta cidade. Foram dias de alguma chuva, mas ainda assim não me impediu de calcorrear quilómetros a fio durante os três dias. Optei desta vez por ir de comboio e assim poupar uns trocos valentes, já que o preço da gasolina está pela hora da morte, e aproveitei a promoção da CP por comprar os bilhetes com antecedência por 50% do valor. Foi a primeira vez que andei de Alfa e gostei bastante, conforto e rapidez. Ainda temi ter a viagem cancelada devido à greve, mas foi falso alarme, o meu comboio não sofreu qualquer constrangimento. Fui bem cedo e ao meio-dia já andava pelas ruas do Porto a passear. 

Esteve algum frio, choveu q.b., percorri ruas e ruelas, subi, desci e deslumbrei-me de novo a cada recanto. O facto de não ser a primeira vez nesta cidade permitiu-me aproveitar melhor e apreciar sem a pressa de não querer perder pitada. Pela cidade muitas pessoas, não só estrangeiros (espanhóis, ingleses e italianos com fartura), muitos portugueses também. Curiosamente muitos jovens, muitas famílias inteiras e claro muitos casais (quiçá em lua de mel). 

Revisitei algumas igrejas e outras não porque acho um abuso ter de pagar para visitar uma igreja. No Porto predomina o comércio local, em grande contraste com Lisboa, embora haja também muitas lojas fechadas e edifícios inteiros ao abandono, tal como aqui. 

O que mais me impressionou negativamente foi a quantidade de pessoas sem abrigo um pouco por todo o lado, nos vãos de escada, em entradas de lojas fechadas, ou mesmo nos jardins. Eram mesmo muitas, quer nas zonas mais turísticas, quer noutras não tão centrais da cidade. 

Comi bem, bebi bem também, passeei muito e namorei muito também. A cabeça desligou completamente e  mesmo sem descanso físico, venho com as energias renovadas. 

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publicado às 16:51

A um mês de fazer vinte e oito anos de carta, durante os quais andei exclusivamente de carro, voltei a andar de transportes públicos. 

Dei por mim a fazer contas à vida e ao dinheiro que estava a gastar em gasolina e no mês de janeiro fiquei um bocadinho a "panicar"... € 240,00 é muito dinheiro num mês.

O preço da gasolina está pela hora da morte (ainda hoje coloquei gasolina a € 1,82...), desde o divórcio estou a morar bem mais longe o trabalho, e por fim o facto de ir mais vezes ao trabalho (estou a fazer três dias de trabalho presencial e dois de teletrabalho), mas em janeiro tive de ir quase sempre quatro ou cinco dias. Tudo somado, decidi voltar aos transportes públicos. Fiz o passe e utilizo o navegante metropolitano que custa € 40,00.

Fazer o passe custou € 12,00 e foi super fácil. Há quiosques rápidos que com o cartão de cidadão permitem fazer o passe em alguns minutos apenas. Rápido e eficaz. Eu fiz no quiosque da Loja do Cidadão de Odivelas. Mais locais aqui e informações aqui.

E o que eu estou a gostar de andar de transportes? Que descanso, não há o stress do trânsito, o tempo é apenas um pouco mais e acresce fazer exercício físico, já que por opção faço alguns percursos a pé. Para e do metro até casa. Ainda aproveito para por a leitura em dia, levo sempre um livro por companhia.

Já apanhei greves pelo meio, mas felizmente para já tive alternativas e claro que em último caso posso sempre ir de carro.

Os meus filhos gozaram comigo quando tomei esta decisão, só diziam "tu não te vais aguentar no meio das pessoas, és florzinha demais". Parece que não conhecem a mãe que têm. Quando tomo uma decisão, já analisei bem os prós e os contras. Por outro lado não sou mais que ninguém, há milhares de pessoas nos transportes todos os dias. 

Quase um mês depois estou muito satisfeita e assim prevejo continuar.

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publicado às 22:41

Sempre que há uma qualquer tragédia natural, sinto o meu coração a ficar pequenino, pequenino. Após mais esta brutal tragédia na Turquia e Síria fui aos registos aqui do blog e este é o quinto desastre desta natureza de que tenho registo. 2010 Haiti, 2011 Japão, 2016 Itália, 2017 Irão. Cada um pior do que o outro... Tragédias imensuráveis. 

Este, ou melhor, estes sismos da madrugada da passada segunda feira têm números terríveis outra vez. Há data deste post o número de mortos já ultrapassa os 33.000. A previsão da OMS é que possa ultrapassar os 50.000. Há mais de 100.000 pessoas ainda debaixo dos escombros. 

Vejo reportagens sobre o que poderia eventualmente acontecer se algo desta magnitude ocorresse em Lisboa. Nada do que vejo e oiço me deixa minimamente tranquila, diga os nossos governantes o que disserem. Acho mesmo que vivem num qualquer planeta distante da realidade de todos nós.

Deus nos livre e guarde de tamanha tragédia.

Sismo Turquia  2023.webp

imagem expresso.pt

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publicado às 21:37

Quer dizer, eu nunca deixei o blog, mas a verdade é que nos últimos tempos o tenho deixado um bocadinho ao abandono. A vidinha continua a acontecer, eu penso muitas vezes, podia escrever isto ou aquilo no blog, mas os dias vão passando e acabo por não escrever. 

Verdade seja dita que não é só o blog que está um pouco ao abandono, são as redes sociais em geral. Falta-me tempo, mas acima de tudo falta-me a paciência. Depois penso, já quase ninguém escreve em blogs. São cada vez mais os blogs que vejo parados no tempo. Últimos posts escritos há meses ou há anos até.

Tenho um carinho muito especial por este meu cantinho, essa é a verdade, por isso deixá-lo de vez não é opção, vou voltando como der. 

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publicado às 12:44


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